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Imagem: Wikimedia Commons

Top 5 mulheres mais poderosas da música internacional

Confira a nossa seleção das divas que revolucionaram o cenário musical


Por Alê Silva | Equipe RádioCast

Assim como na semana passada, o Top 5 de hoje se mantém nas homenagens ao mês da mulher. Mas dessa vez com as 5 mulheres que revolucionaram a música no cenário internacional.

5 - JANIS JOPLIN

Não poderíamos começar a nossa lista com ninguém menos do que a considerada a "Rainha do Rock and Roll". E essa é apenas uma das definições de Janis que também pode ser referida como "a maior cantora de rock dos anos 1960" ou "a maior cantora de blues e soul da sua geração".

Janis Lyn Joplin nasceu na pequenina Port Arthur, no Texas em 19 de janeiro de 1943 e começou a cantar no coro da igreja local, por imposição de sua família, mas alcançou proeminência no fim dos anos 1960, como vocalista da Big Brother and the Holding Company, e posteriormente como artista solo, acompanhada de suas bandas de suporte: a Kozmic Blues e a Full Tilt Boogie.

Dona de uma voz potente e rouca, a cantora ganhou destaque por se arriscar em um gênero musical que, até então, era dominado por homens. Faleceu no auge de sua carreira, aos 27 anos, mas deixou um enorme legado na história do rock.

Seu corpo foi cremado e as cinzas foram espalhadas no Oceano Pacífico. Deixou três mil dólares em seu testamento, onde pedia para seus amigos darem uma grande festa no dia de sua morte, não querendo vê-los triste, e os mesmos fizeram, e o evento saiu na imprensa mundial.

4- AMY WINEHOUSE

Responsável por revitalizar o jazz em um período em que as paradas musicais eram dominadas por gêneros como o pop, rock e R&B, Amy Winehouse tinha apenas 22 anos quando seu primeiro álbum foi lançado e apesar da pouca idade, a cantora era capaz de abordar temas bastante profundos e maduros em suas canções.

Oriunda de uma família com forte tradição musical ligada ao jazz, Amy ingressou na carreira artística ainda na adolescência, apresentando-se em pequenos clubes do gênero em Londres. O talento promissor da jovem artista rapidamente despertou o interesse dos representantes de companhias discográficas e, como consequência, rendeu-lhe a assinatura de um contrato de gravação com a Island Records, em 2002.

O primeiro álbum lançado em 2003 não teve o sucesso esperado, embora bastante elogiado pela crítica. Mas o segundo, de 2006 emplacou seu maior hit, Rehab e foi o álbum mais vendido do mundo em 2007, com 6 milhões de cópias comercializadas e venceu 5 troféus durante a 50ª edição dos Grammy Awards, em 2008.

Nos anos seguintes, Amy vivia diversos problemas pessoais que acabaram por debilitar sua saúde. Ingestão excessiva de álcool e abuso de substâncias psicoativas e nicotina, levaram a um diagnóstico inicial de enfisema pulmonar. Ela tentou tratamento para os vícios, sendo internada no Caribe e posteriormente em Londres.

Mas em 23 de julho de 2011, Amy faleceu em casa. Os relatórios finais de investigação apontaram que a causa da morte foi acidental, decorrente de consumo abusivo de álcool após um período de abstinência. Até hoje, recebe diversas homenagens como na lista “60 maiores cantoras de todos os tempos” pelo periódico britânico “Daily Telegraph”, onde foi posicionada na 10ª posição.

3- ARETHA FRANKLIN

Impossível falar sobre soul, gospel e R&B sem mencionar Aretha Franklin. Nascida no Tennessee, Estados Unidos, tornou-se a segunda cantora a receber mais Grammys na história e a primeira mulher a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, em 1979.

Além de seu enorme talento musical, também ficou conhecida pela sua luta a favor dos direitos da mulher negra, ganhando o apelido de “a voz da América Negra”.

A rainha do soul se destaca com naturalidade. Cresceu num ambiente de músicos, sua inclinação musical se manifestou cedo por isso. Aos 14 anos já tinha músicas gravadas.

Aretha também foi agraciada com inúmeras honrarias ao longo de sua carreira. É detentora da Medalha Nacional das Artes e também da Medalha Presidencial da Liberdade, a maior condecoração para um cívil norte-americano. Em 1987, tornou-se a primeira artista feminina a ser introduzida no Hall da Fama do Rock and Roll.

E em 2019, já de maneira póstuma, foi a primeira mulher a receber individualmente o Prêmio Pulitzer na categoria Citação Especial, "por sua contribuição para a música e para a cultura americana por mais de cinco décadas".

2- WHITNEY HOUSTON

Quem não conhece essa potência vocal, imortalizada inclusive no cinema? Falamos de Whitney Houston, uma das artistas mais premiadas e bem sucedidas de todos os tempos.

De acordo com o Guiness, o Livro dos Recordes, Whitney teve em sua carreira 7 Grammy Awards; 31 Billboard Music Awards; 22 American Music Awards e um total de 415 prêmios conquistados em sua carreira até 2013. Além disso, vendeu mais de 400 milhões de discos em todo o mundo.

Whitney cresceu numa família de cantoras, já que sua mãe Cissy Houston e mais duas primas, eram reconhecidas cantoras de R&B e Soul. Ela começou a cantar no coral gospel de uma igreja batista já aos 11 anos de idade e aos 14 já trabalhava como backing vocal nos shows da mãe e nessa mesma época começou a compor suas primeiras canções.

Depois de fazer uma participação no álbum de sua mãe Think It Over, em 1978, Whitney ficou mais conhecida no meio artístico e começou a atuar como backing vocal para muitos cantores famosos. Mas o estrelato viria mesmo em 1985 após o lançamento de seu primeiro álbum, que emplacou You Give Good Love já na terceira posição do ranking da Billboard.

Whitney nos deixou em 11 de fevereiro de 2012, há 10 anos, mas ainda hoje é reconhecida como inspiração por artistas como Beyoncé, Britney Spears, Lady Gaga, Mariah Carey, Alicia Keys, entre outras.

1- MADONNA

Se começamos a lista com a Rainha do Rock, fechamos com a Rainha do Pop: Madonna. Reconhecida como a artista musical feminina mais bem-sucedida de todos os tempos, Madonna já vendeu mais de 300 milhões de discos no mundo inteiro, e desde os anos 80 vem dando uma nova identidade para o mundo pop.

Nascida e criada em Michigan, Madonna se mudou para a cidade de Nova Iorque em 1978 para seguir carreira na dança contemporânea. Depois de se de participar de dois grupos musicais, Breakfast Club e Emmy, ela assinou contrato com a gravadora Sire em 1982 e no ano seguinte lançou seu álbum de estreia homônimo.

De cara ela emplacou hits como Lucky Star, Holiday e Borderline. Mas o segundo álbum, Like a Virgin a elevou ao patamar de estrela mundial, com 10 milhões de cópias vendidas nos EUA e mais de 21 milhões mundialmente, convertendo-se em um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.

Vários estudiosos do mundo da música, notaram o legado de Madonna na indústria do entretenimento. A revista Rolling Stone a descreveu como um ícone musical incomparável e a artista pop feminina mais famosa de todos os tempos. Já o jornal britânico The Guardian, sentiu que Madonna é uma artista pós-moderna, coisas que nunca mais veremos.

O mais novo projeto da Rainha do Pop é um filme, autobiográfico que ela mesma vai dirigir, roteirizar e escolher o elenco. Influencia para a maioria das artistas atuais, Madonna não poderia estar no local mais adequado, o 1º lugar na lista de Mulheres que revolucionaram a música.

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