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Imagem: Belotur / Divulgação

Cidade criativa da gastronomia, BH tem potencial para ser polo do turismo gastronômico

Capital completa, no sábado, 2 anos do título que celebra a diversidade e a boa cozinha


Entretenimento

Nenel Neto

Entusiasta dos botecos, apresentador do Buteco 98 e jornalista do perfil Baixa Gastronomia no Instagram


Neste sábado, 30 de outubro, Belo Horizonte comemora os dois anos da conquista do título de Cidade Criativa da Gastronomia pela Unesco

Infelizmente, não tivemos muito tempo para comemorar, já que, três meses depois, fomos assolados por uma pandemia que ainda está aí e que deixará sequelas durante décadas.

O avanço da vacinação nos traz esperança de tempos melhores. Sendo assim, a expectativa é alta para 2022.

Se tudo der certo, será a hora de mostrar ao mundo o poder de nossa gastronomia. Do botequim mais simples ao mais requintado dos restaurantes. 

Afinal, este título é de todos nós. Ele veio por uma junção bem azeitada entre chefs estrelados, donos de biroscas, quitandeiras e cozinheiras caseiras. E é justamente isso que faz de Belo Horizonte um lugar especial. Temos comidas boas para todos os bolsos e todos os gostos.

As pessoas viajam cada vez mais para comer, no que chamamos de turismo gastronômico.

E essa é a nossa hora. Quem sabe BH não entre no hall das grandes cidades gastronômicas do planeta, como Bangkok, Nova Iorque, Lyon, Nápoles e San Sebastián?

Pelo que venho acompanhando, a capital mineira está no caminho certo, e, a médio prazo, pode se tornar um destino tão procurado quanto Belém do Pará e até Lima, no Peru. Quem sabe?

Agora, nos resta acompanhar, contribuir e torcer para que isto aconteça.

E que os próximos anos sejam de paz e de fartura.

* Esta coluna tem caráter opinativo e não reflete o posicionamento do grupo.
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