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Atlético

Imagem: Pedro Souza/Atlético

Atlético envia representação à CBF, e Caetano aponta exagero na descrição da súmula

O diretor de futebol do Atlético, Rodrigo Caetano, reclamou da atuação da arbitragem no jogo contra o Santos e apontou exagero na descrição da súmula.

Por Thais Santos

O diretor de futebol do Atlético, Rodrigo Caetano, concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, na Cidade do Galo e detalhou as polêmicas envolvendo a arbitragem no jogo de ontem, no Mineirão, onde a equipe mineira venceu o Santos por 3x1, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Atlético reclamou muito da atuação do árbitro Paulo Roberto Alves Júnior, sobretudo de dois pênaltis não marcados na partida, em lances protagonizados por Zaracho e Dylan Borrero no primeiro tempo. Caetano revelou que o clube enviou uma representação formal à CBF e solicitou os áudios do VAR que captaram os diálogos entre o árbitro de campo e o árbitro da cabine:


“Hoje pela manhã nós já fizemos nossa manifestação formal, como assim é sugerida pela Comissão de Arbitragem e nós estamos solicitando os áudios entre o árbitro de campo e o árbitro de vídeo. Infelizmente aqui no Brasil isso não é divulgado, não é público, então se tivermos que ir até a CBF, assim o faremos, porque na Conmebol esses áudios são divulgados.”


O árbitro Paulo Roberto Alves Júnior relatou na súmula da partida, que o auxiliar técnico do Atlético, Eudes Pedro Dos Santos, disse a seguinte frase: “Aqui ninguém vai nos roubar” e ainda detalhou que o dirigente de futebol Rodrigo Caetano teria desferido chutes e socos na porta da sala do VAR por volta dos 41 minutos do primeiro tempo e teria dito: “Seus ladrões, parem de roubar, nós não vamos aceitar mais isso.” Caetano se defendeu e disse que os fatos descritos na súmula eram exagerados e que o clube tomará as medidas cabíveis para defender os dois profissionais das acusações:


“De forma nenhuma nós temos esse tipo de atitude. Em relação ao que o árbitro do VAR sugeriu na súmula, nós obviamente vamos fazer nossa defesa, tanto no meu caso, quanto do Eudes, pois, lamentavelmente na legislação esportiva é a única em que a súmula é traduzida como verdade absoluta e nós vamos contestá-la sim, porque no minuto no qual eu fui citado eu nem próximo dos vestiários ainda estava, porque eu sempre desço no intervalo e mesmo nesse intervalo acabei conversando com o trio de arbitragem, creio eu que dentro de um bom nível de diálogo, tanto que não foi citado, bem como com o coordenador de observação de arbitragem do VAR da mesma forma no qual nós colocamos o que nós entendemos que fomos prejudicados. O que tiver adicionado a isso, nós vamos no fórum pertinente desconstruir isso.”

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