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Atlético

Imagem: Reprodução/Rádio 98

Nina Abreu, ex-coordenadora do Galo Feminino, falou sobre sua saída do Atlético

Em entrevista ao 98 Esportes, a ex-coordenadora do Galo Feminino, Nina Abreu, falou sobre o motivo de sua saída do clube.

Por Thais Santos

A ex-coordenadora do Galo Feminino, Nina Abreu, participou do 98 Esportes desta sexta-feira. Nina deixou o cargo junto com o técnico Hoffman Túlio, após o vice-campeonato da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino.


O Galo foi derrotado nos pênaltis pelo Red Bull Bragantino, no Independência, na última terça-feira, após dois empates sem gols. Entretanto, o objetivo do acesso à primeira divisão foi conquistado.


Nina detalhou o motivo da sua saída do Atlético:

“ É uma troca de gestão que vem se confirmando e se dando com o passar do tempo, e eu acho que assim foi com o futebol feminino. Eles trocaram as gestões principais em um primeiro momento, que é o futebol masculino, que é o carro-chefe e depois vieram na medida do possível fazendo as alterações necessárias e que eu respeito muito, justamente por estar há 25 anos nesse mercado, eu preciso respeitar, senão eu não vou ser respeitada e não seria respeitada o quanto eu sou até hoje, graças a Deus, e eu acredito que o futebol feminino tenha sido essa evolução da troca política Hevérton.”


Nina também revelou a expectativa para o futuro do trabalho realizado com as Vingadoras, sobretudo na disputa da Série A1:


“Todas as lutas continuam as mesmas... A questão da alimentação não está resolvida ainda 100%, a questão da estrutura não está resolvida em 100%, e com a experiência que eu adquiri e com o conhecimento que eu tinha do Atlético, eu consegui ornar isso de forma colaborativa. O futebol feminino é uma obrigação né? E eu precisava avançar ali dentro, então eu precisava subir o time, eu precisava vender propaganda, porque a gente tem lá uma padaria, a alimentação do time da base é uma permuta que eu que busquei, os campos de todos os dias, porque o campo é um problema do futebol, não é do futebol feminino, o campo é um problema da base do masculino, mas eu buscava alternativas e a gente fez sim várias parcerias. Então essas lutas vão continuar, o fato de ter chegado na Série A1 não eliminou a luta de todos os dias. A chapa está só esquentando, os problemas vão só começar a aparecer, então eu fico frustrada e preocupada, mas confiante de que o investimento será feito e de que elas terão a estrutura mínima necessária para disputar a Série A1.”

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