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Atlético

Imagem: Reprodução

Transformação em clube-empresa e contratação de peso; Ricardo Guimarães detalha o Atlético

O parceiro do clube destacou se pretende presentear a torcida com uma contratação após atingir a marca de 100 mil sócios.

Por Guilherme Souza

O empresário Ricardo Guimarães, conselheiro e um dos parceiros do Atlético, foi o convidado do programa 98 Esportes desta sexta-feira. Dentre os assuntos abordados, Ricardo falou sobre o momento do clube, o planejamento para a próxima temporada, além da possível transformação em clube-empresa.

O assunto do momento entre os atleticanos é sobre um possível ‘presente’ após o clube atingir a marca de 100 mil sócios no Galo na Veia. Hoje o número supera 98 mil.

“Cem mil sócios é um número muito importante. É um número que precisa ser comemorado, tem que ser celebrado. A Massa precisa ser recompensada. Mas não sou eu que decido isso. A gente respeita a parte técnica. Se tiver que ter um presente, quem vai dizer é a equipe de marketing, a assessoria de imprensa, vão ser os nossos técnicos. É algo para celebrar, comemorar, mas não é um presente enorme. Vamos ver, não sou eu que decido. Não sei como é a recomendação. É um número que precisa ser comemorado. E eu estou disposto a participar e contribuir com esta comemoração”, afirmou Guimarães.

Ricardo também demonstrou otimismo nas conquistas do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil deste ano. Na projeção da próxima temporada, ele prometeu uma equipe ainda mais forte.

"Em 2022, a gente vai ter um time muito competitivo também. É um time que a gente vai buscar ganhar os títulos que estamos buscando esse ano também."

Questionado sobre um possível interesse por parte dos investidores sobre uma compra do Atlético, Ricardo foi curto e grosso, rechaçando qualquer possibilidade.

“O Atlético ainda não é sustentável. O Atlético ainda não caminha com as pernas próprias. O Atlético ainda precisa de um reforço externo, que está sendo feito neste momento. A gente espera que essa situação mude rapidamente, e que nos próximos anos a gente seja auto sustentável. Por enquanto não somos; e a gente analisa o fluxo financeiro para fazer os aportes e as necessidades que são precisadas”, finalizou Ricardo Guimarães.

 

Confira a entrevista na íntegra:


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