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Imagem: Staff Images

Com chuva de gols no segundo tempo, Cruzeiro goleia o Sergipe e avança na Copa do Brasil

O garoto Vitor Roque mudou a partida após entrar no início da segunda etapa.


Por Guilherme Souza

Sergipe e Cruzeiro entraram em campo na noite desta quarta-feira, no Batistão, em Aracaju, no duelo único da primeira fase da Copa do Brasil. O time celeste aplicou uma goleada de 5x0 construída no segundo tempo. Edu, João Paulo, Thiago e Vitor Roque, duas vezes, marcaram os gols da partida.

Na próxima fase, o Cruzeiro vai encarar o Tuntum, do Maranhão, que eliminou o Volta Redonda. Na segunda fase, a disputa também ocorrerá em duelo único, no entanto, sem vantagem de empate para o visitante.

O Cruzeiro voltará a campo no dia 6 de março, domingo, às 18h, no clássico contra o Atlético, no Mineirão.

PRIMEIRO TEMPO POBRE

O primeiro tempo foi marcado pelo excesso de faltas e pela ausência de criação de ambos os lados. O meio-campo do Cruzeiro pouco produziu com Willian Oliveira, Filipe Machado e João Paulo.

A principal oportunidade dos donos da casa foi aos vinte e sete, quando o meia Kaio Wilker pegou rebote, limpou Oliveira e bateu cruzado, com muito veneno. Rafael Cabral encostou na bola, mas não conseguiu segurar firme. A zaga afastou o rebote para escanteio.

Por outro lado, o Cruzeiro apostava em cruzamentos pelas beiradas e em chutes de longa distância. Aos quarenta e dois, após Edu entregar para João Paulo, o meia rolou para Willian Oliveira, que soltou a bomba e mandou muito perto da trave.

CRUZEIRO DESENCANTA NO SEGUNDO TEMPO

 O Cruzeiro mudou o jogo na volta do intervalo, sobretudo, após a entrada de Vitor Roque. O atacante botou fogo na partida e conduziu o Cruzeiro para o ataque por diversas oportunidades.

E foi uma verdadeira chuva de gols, começando por Edu. Aos seis minutos, o atacante recebeu cruzamento de Giovanni e completou de cabeça para o fundo das redes.

Aos onze, o Sergipe acertou a trave em cabeçada de Doda. Aos dezenove, o zagueiro Sílvio completou cobrança de falta para o fundo das redes, mas estava em posição de impedimento.

João Paulo chutou para longe qualquer chance de reação do time sergipano. Aos vinte e três, o meia carregou, viu o goleiro adiantado e acertou o ângulo, marcando um golaço.

A porteira estava aberta. Aos vinte e sete, após passe açucarado de Bidú, Thiago só teve o trabalho de tocar na saída do goleiro.

Mas faltava o gol do merecimento, de quem mudou a história do jogo. Aos trinta e oito, Vitor Roque recebeu de Thiago, driblou o zagueiro e marcou o quarto da Raposa. A fome de gols do garoto de 16 anos não parou por aí. Aos quarenta e um, o nome do jogo recebeu cruzamento de Rafael Santos, saltou mais alto que a defesa e fechou a goleada. Foi o terceiro gol de Vitor Roque como profissional.         

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