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Cruzeiro

Imagem: Rosiron Rodrigues/Goiás EC

Com gols na etapa final, Cruzeiro e Goiás empatam na Serrinha

Com o resultado, o Cruzeiro segue em 14º lugar, com 26 pontos, ficando a dez pontos do G-4, e a três da zona de rebaixamento.

Por Vinícius Silveira

Goiás e Cruzeiro empataram em 1 a 1, no Estádio da Serrinha, em Goiânia, valendo pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Thiago abriu o placar para o time celeste, e Élvis empatou para o alviverde goiano.

Com o resultado, o Cruzeiro segue em 14º lugar, com 26 pontos, ficando a dez pontos do G-4, e a três da zona de rebaixamento. Já o Goiás está em terceiro lugar, com 39 pontos.

Na próxima rodada, o Cruzeiro jogará na Arena do Jacaré, sábado (11), às 11 horas, contra a Ponte Preta. A partida receberá os torcedores celestes após mais de um ano e meio sem torcedores no estádio.

Etapa inicial pouco atrativa 

Antes do jogo, o técnico Vanderlei Luxemburgo escalou o Cruzeiro retornando com Cáceres na lateral-direita, e Rômulo retornou para o meio-campo. No ataque, Thiago, que vinha ganhando oportunidades, foi para o banco de reservas para a entrada de Rafael Sóbis.

No primeiro tempo, os dois times apresentam muitas dificuldades para criar jogadas. O Cruzeiro começou os primeiros minutos com marcação no campo defensivo, dificultando as ações do Goiás.

Com o passar do tempo, o Cruzeiro passou a ter mais a posse de bola e marcar com as linhas mais adiantadas. O jogo ficou mais equilibrado, mas pouco evoluiu no setor ofensivo, onde os dois goleiros não precisaram fazer grandes defesas.

O Goiás teve apenas uma grande chance a gol. Alef Manga aproveitou a sobra do escanteio cobrado por Élvis, e finalizou com força, mas a bola foi para fora. Sem conseguir finalizar dentro da grande área, o que restou foi chutar de média distância. Rafael Sóbis tentou, porém, sem sucesso.

Cruzeiro abre o placar, mas Goiás marca gol irregular 

Na etapa final, os dois times não evoluíram tanto, e continuaram a apresentar dificuldades na construção das jogadas. O que restava era chutar de média distância, e sem ofertar perigo aos dois goleiros.

O Cruzeiro melhorou visivelmente com as entradas de Claudinho e Thiago. Ganhou velocidade nos contra-ataques e adotou a estratégia para pegar a defesa do Goiás desprevenida. E a iniciativa deu certo aos 18 minutos. Wellington Nem puxou o ofensiva, e serviu a Thiago, em posição legal, que saiu na cara do gol, e tocou a bola por cima de Tadeu, abrindo o placar.

Contudo, o Cruzeiro teve pouquíssimo tempo para comemorar. Logo na saída de bola, Eduardo Brock cortou mal o cruzamento de Apodi. No rebote, Élvis recebeu passe na entrada da grande área, e apareceu livre para chutar rasteiro, no canto esquerdo de Fábio para empatar o placar.

A estratégia seguiu a mesma até o final do jogo. O Goiás apresentou mais iniciativa, teve maior posse de bola, agrediu mais, mas faltava qualidade na armação dos lances.

O Cruzeiro apostava mais no contra-ataque, Wellington Nem era o jogador mais veloz e o responsável por esta construção. Contudo, o time esmeraldino conseguiu marcar as investidas celestes, e o resultado se manteve até o apito final.

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