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Cruzeiro

Imagem: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Sérgio Santos detalha projeto clube-empresa, dívidas e instauração de impeachment

O presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues, detalhou questões como: Clube-empresa, salários atrasados, investidores e impeachment.

Por Guilherme Souza

Na noite desta quarta-feira, em Brasília, foi aprovada a lei do projeto de clube-empresa. De acordo com especialistas, trata-se da solução para grande parte dos clubes brasileiros. Em Minas Gerais, Cruzeiro e América são os mais interessados. O presidente do clube celeste, Sérgio Santos Rodrigues, participou do 98 Futebol Clube nesta quinta-feira e explicou sobre o processo, além de detalhar o atual momento da Raposa.

Sobre a aprovação do conselho:

“Eu creio que o conselheiro, como o torcedor, tem a noção que não tem outro caminho pra nós. Não tem como ir em caminho contrário à essa aprovação. Eu ressalto que o Estatuto do Cruzeiro, no artigo 1º e parágrafo quinto, ele já fala dessa possibilidade dessa empresa. Eles determinam que, para o registro do Estatuto, o Conselho tem que aprovar. Estamos convocando a reunião para o dia 2, porque essa incerteza afasta investidores. Nós esperamos que os conselheiros autorizem que a gente registre o Estatuto dessa S/A, desde que ele respeite o estatuto do clube.”    

Sobre a dívida com o Al- Whada, pelo volante Denílson:

“Não posso garantir que se isso chegar amanhã, eles (investidores) vão pagar.”

A gente começa muito bem, com aprovação alta. Aí vem aquele período do Enderson mal e o Ney mal, rejeição absurda e protestos também. Veio o Felipão, conseguimos ficar bem, e aí a aprovação. Aí depois não fomos, cai. Aí vem o Felipe Conceição, que todo mundo queria, no começo volta bem. Eu atribuo muito a isso também. Eu só deixo claro que, eu não concordo e já falei isso, que rede social e certos tipos de manifestações representam os nove milhões de torcedores do Cruzeiro. As maiores das manifestações são positivas, as pessoas cobram sim, com razão. Mas procuram ajudar, esse é o papel do grande cruzeirense.”

Sobre o pedido de impeachment protocolado por um grupo de cruzeirenses:

Esse pedido é uma peça de comédia, não é uma peça jurídica. Pra não dizer outra palavra, para tumultuar o ambiente, foi feita de forma nada inteligente. Sinceramente, se não fosse um motivo que eu acho que a gente não tem motivo pra ficar rindo, era pra rir. Quando você coloca, quando eu fui ler, que eu tive acesso – demissão do Felipe Conceição. Isso é motivo para impeachment? Demissão de técnico, já que não foi demissão, e já foi explicado mil vezes. Mudança de sede para gerar economia? Afastamento de patrocinador que estava com a gente hoje, que a gente tem batido papo? Corte de luz que a CEMIG falou que cortou errado? É ridículo. A gente vê que o movimento feito por poucos, eu acho o grande sonho era estar aqui e não tiveram competências. Tem gente que quer frequentar clube social e ficar lá tomando cerveja, assumir poder no Cruzeiro. Não é assim que funciona!”


Confira a entrevista na íntegra:


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