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CDL envia ofício para o MPMG manter a flexibilização do comércio em BH

A retomada do comércio pode ser suspensa por causa de uma decisão da justiça que determina aos municípios fora do Minas Consciente só abrir serviços essenciais

Por João Henrique do Vale - Cidades10/08/2020
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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL) enviou um ofício para o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para que a flexibilização na capital mineira não seja suspensa. A possibilidade do comércio ter que fechar novamente existe por causa de uma decisão da Justiça que obriga os municípios que não estão inseridos no Minas Consciente, programa de retomada da economia do Governo do Estado, a abrirem somente os serviços essenciais.

De acordo com Marcelo Souza e Silva, presidente da CDL/BH,  os empresários não podem ser prejudicados. "O comércio não pode pagar este preço. O ofício será para esclarecer isso. Para falar para o MPMG tem que estar ao lado, não só das pessoas, mas tem que defender todo o sistema, e toda a comunidade. O comércio e o serviço são parte importante, pois empregam muita gente e fazem girar a economia na cidade", afirmou.

A possível suspensão da flexibilização poderia acarretar em danos maiores ao comércio. "Temos cerca de 7 mil lojas fechadas na capital, estamos falando de 30 mil desempregados", explicou o presidente da CDL/BH.

Belo Horizonte não aderiu ao programa Minas Consciente. Com isso, ele deve seguir, conforme decisão judicial, a Deliberação do Comitê Extraordinário Covid-19 número 17/2020. O documento, publicado em 22 de março, determina a abertura de somente serviços essenciais. A deliberação proíbe, por exemplo, a abertura de shopping centers e estabelecimentos situados em galerias ou centros comerciais. Serviços que foram autorizados a abrir na capital mineira nessa quinta-feira. 

Na sexta-feira, promotores se reuniram com representantes da PBH para tentar um acordo sobre a situação. Porém, o encontro terminou sem entendimento.

Abertura aos sábados

A flexibilização do comércio que não estão inseridos nos serviços essenciais terá uma nova etapa nesta semana. Os shoppings, comércio varejistas, atacadistas, incluindo vestuário, vão poder funcionar de quarta até sexta-feira. A CDL quer que os dias de funcionamento sejam maiores. "Quem conhece o comércio de Belo Horizonte sabe que o sábado é dia fundamental de vendas para todos. Durante a semana, tem a loja se mantendo, e no sábado faz uma venda mais volumosa", comentou Marcelo Souza e Silva. 

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