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Chef Leonardo Paixão escreve carta aberta a Kalil pedindo abertura de leitos

Paixão, que também é médico e se disse eleitor de Kalil, alega que a prefeitura diminuiu a quantidade de leitos disponíveis para o tratamento da Covid-19 e quem paga a conta é a economia

Por Da redação

O chef de cozinha mineiro Leonardo Paixão, dono do restaurante Glouton, em Belo Horizonte, escreveu uma carta aberta na manhã desta quinta-feira (28) ao prefeito Alexandre Kalil (PSD), fazendo um apelo para que sejam abertos mais leitos de UTI na cidade.

Paixão, que também é médico e se disse eleitor de Kalil, alega que a prefeitura diminuiu a quantidade de leitos disponíveis para o tratamento da Covid-19 e quem paga a conta é a economia.

O chef, que também é jurado do programa Mestre do Sabor, da Rede Globo, avaliou que a lei seca imposta pela PBH em dezembro não surtiu o efeito esperado e taxa de transmissão continuou subindo

"Obviamente a culpa não era da bebida, mas o setor pagou a conta. Naquele momento as lotações de leitos eram à baixo de 60%, mesmo tendo a prefeitura diminuído os leitos de UTI de 424 vagas no início de setembro para 287 em dezembro", disse Paixão.

Leonardo continuou seu raciocínio dizendo que no dia 11 de janeiro, a PBH decretou o fechamento do comércio, mas também diminuiu a oferta de leitos. "Naquele momento a lotação de leitos de UTI era de 89%. A prefeitura havia diminuído os leitos para 261", diz.

A carta diz ainda que o fechamento da cidade tem consequências catastróficas, como desemprego, endividamento e fome.

Leonardo, que se coloca como "embaixador da gastronomia" da gestão de Alexandre Kalil, finaliza a carta promovendo a hashtag #kalilqueremos424leitos.

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