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Comércio não essencial se arrisca e permanece aberto mesmo com proibição em BH

No primeiro dia de restrição, fiscalização da prefeitura não aplicou nenhuma multa aos comércios irregulares. Ações foram apenas educativas

Por João Henrique do Vale

Mesmo com a proibição da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), muitos comércios que não estão no rol de serviços essenciais abriram as portas na capital mineira. Nesta terça-feira, a Rádio 98 visitou vários pontos da cidade e flagrou estabelecimentos funcionando normalmente, descumprindo o decreto da administração municipal.

No Centro e na região Nordeste de Belo Horizonte, lojas de utensílios domésticos, de cosméticos,  de roupas e calçados, estavam abertas. No primeiro dia de restrição, fiscalização da prefeitura não aplicou nenhuma multa aos comércios irregulares. Ações foram apenas educativas.  

De acordo com a Secretaria Municipal de Política Urbana (SMPU), agentes da Guarda Municipal e os fiscais de Controle Urbanístico e Ambiental visitaram 446 estabelecimentos comerciais, empresas e espaços públicos da capital para realizar ações educativas. As ações aconteceram em todas as nove regionais da cidade.

Os estabelecimentos que não cumprirem com as medidas de combate à Covid-19 estarão sujeitos à interdição e multa no valor de R$ 18.359,66 

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