98 Live - Logo
  1. News
  2. Cidades
  3. Donos de academia entram na Justiça para manter setor aberto em BH

Donos de academia entram na Justiça para manter setor aberto em BH

Representantes das academias fizeram um protesto nesta sexta-feira em frente a sede da administração municipal

Por Da redação - Cidades08/01/2021
  • whatsapp
  • facebook
  • twitter

As decisões sobre a abertura e fechamento do comércio em Belo Horizonte vão novamente parar na Justiça.  Desta vez,  o questionamento será feito por donos de academias da capital mineira que querem a inclusão do setor no rol dos serviços essenciais. A partir da próxima segunda-feira será permitido apenas a abertura de estabelecimentos que estão neste grupo na capital mineira. 

O presidente do Grupo de Academias Responsáveis e Éticas (GARE) e líder da Associação Brasileira de Academias (ACAD/MG), Marcus Hofman,  afirma que a atividade promove a saúde e por isso não pode ser fechada. 

“Estamos no CTI.  Como os serviços de eventos, somos um dos mais afetados.  Somos essenciais como consta e um decreto federal.  Também estamos cumprindo todos os protocolos.  Somos promotores de saúde.  Não podemos ser considerados lazer. A gente luta contra as comorbidades que são consideradas agravantes na pandemia”,  disse Hofman. 

Segundo ele, uma reunião foi marcada entre os representantes das academias e o secretário de saúde Jackson Machado. “Vamos tentar o diálogo.  Mas já entramos com um mandado de segurança para reverter essa decisão.  Se não conseguir pelo diálogo ou pelo mandado de segurança,  muitas academias não vão conseguir reabrir”, comentou. 

Donos e funcionários de academias de Belo Horizonte protestaram nesta sexta-feira. Dezenas de pessoas foram para a porta da Prefeitura. Os manifestantes ocuparam uma faixa da Avenida Afonso Pena na pista em direção ao Bairro Mangabeiras. O trânsito ficou lento no trecho. 

Por meio de nota,  a PBH afirmou que lamenta profundamente os impactos que vêm sendo causados pela pandemia nas diferentes atividades econômicas e considera que as manifestações são legítimas. Mas recomenda que se evite aglomerações. Informou,  ainda,  que a fiscalização na cidade será feita normalmente.