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A Justiça negou o pedido para a quebra de sigilo bancário dos sócios da cervejaria Backer e de empresas do grupo. A solicitação foi feita pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A informação foi divulgada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, na noite dessa terça-feira. 

Os promotores fizeram o pedido para tentar identificar possíveis manobras para ocultação de patrimônio. O Ministério Público já está com o inquérito das investigações sobre a intoxicação de pessoas que consumiram cervejas da empresa. Vinte e nove pessoas foram intoxicadas e oito morreram. 

A Polícia Civil indiciou 11 pessoas. Sete funcionários da cervejaria vão responder por homicídio culposo e lesão corporal culposa, ou seja, quando não há a intenção de cometer os crimes. 

As investigações da Polícia Civil apontaram que o dietilenoglicol, utilizado no processo de refrigeração externa de tanque em que a bebida era armazenada, estava sendo injetado para dentro do reservatório, devido a um vazamento. 


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