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Kalil diz que não irá 'fechar a cidade ainda' mas avisa que 'acabou a baderna'

Prefeito de Belo Horizonte disse que "não estamos na segunda onda, estamos é na baderna e na irresponsabilidade". Kalil avisou que não irá mais notificar estabelecimentos e sim "fechar as portas dos irresponsáveis"

Por Fernando Motta - Cidades25/11/2020
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O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, disse em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (25) que tomará medidas mais rígidas com estabelecimentos que descumprirem as medidas de segurança contra o coronavírus, podendo implicar em prisão dos responsáveis e fechamento dos locais.

"Não estamos na segunda onda, estamos é na baderna e na irresponsabilidade. Estamos aqui pra avisar que acabou notificação. Agora nós vamos fechar as portas dos irresponsáveis", disse o prefeito.

O prefeito chamou a atenção das entidades representativas e disse que começará um novo tipo de fiscalização neste fim de semana. "Se a Fiemg, a Abrasel, os produtores de eventos, não tomarem cuidado, nós vamos fechar a cidade. Começaremos uma nova fiscalização no próximo fim de semana. E a Polícia Militar nos deu autoridade para prender os irresponsáveis".

Festas particulares

Segundo o prefeito, estudos científicos comprovaram que festas particulares estão sendo responsáveis por grande parte do contágio. Ele cobrou uma postura mais restritiva dos síndicos, para impedir comemorações com aglomerações. "Síndicos de prédios foram eleitos para resguardar a comunidade dos prédios", disse.

Comércio aberto aos domingos

Atendendo o pedido do comércio, Kalil disse que irá permitir a abertura nos próximos três domingos, por conta da proximidade do Natal.

Vacina

Kalil afirmou que a PBH está com dinheiro separado para adquirir vacinas para imunizar toda a população. "A PBH se armou pra comprar vacinas pra população, se necessário. Não há um risco da população de BH ficar sem vacina. Já estamos com 2 milhões de ampolas estocadas, se necessário. E já estamos com recursos disponibilizados para a vacina, seja qual for", disse.