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Cidades

PBH analisa decisão do STF para decidir sobre compra de vacinas contra a Covid-19

Nessa terça-feira, os ministros autorizaram estados e municípios a comprarem os imunizantes

Por João Henrique do Vale

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que liberou a compra de vacinas contra a Covid-19 por estados e municípios ainda é analisada pela Prefeitura de Belo Horizonte. A administração municipal ainda não definiu se irá fazer a aquisição dos imunizantes. 

Por meio de nota, a prefeitura afirmou que segue as diretrizes do Plano Nacional de Vacinação. “A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa que a decisão do STF está sob análise. No momento, segue com o Plano de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde”, afirmou. 

Desde o início da pandemia, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) e o secretário de saúde Jackson Machado, informaram que a capital mineira tem dinheiro para comprar os imunizantes. Em dezembro, a administração municipal chegou a firmar um acordo com o Instituto Butantan

O governador Romeu Zema (Novo) informou, nessa terça-feira, que os estados se uniram para ter opções de fornecedores para a compra dos imunizantes. A afirmação foi feita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) ao ser questionado sobre a decisão do Superior Tribunal Federal (STF)

"Vale lembrar q a decisão do STF tem uma ressalva: os Estados e municípios poderão adquirir imunizantes, caso o governo federal não esteja atendendo adequadamente", disse. "No mês de março, Minas e o Brasil devem receber uma quantidade de vacinas que representa o triplo do que recebemos no 1º trimestre. Mas nós governadores já nos unimos para termos opções de fornecedores, caso o governo federal não atenda", completou. 

Consórcio 

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) afirmou, por meio das redes sociais, que um consórcio foi criado para a aquisição de vacinas contra a Covid-19. “Diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) vamos liderar a constituição de um consorcio público com finalidade especifica para aquisição de vacinas contra a COVID-19. A iniciativa não tem o propósito de se sobrepor às negociações em vigor com governo federal. Serão exclusivamente para a aquisição de imunizantes que não estejam no escopo do ministério da Saúde”, afirmou. 

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