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Economia

Emprego: Paulo Guedes amplia Benefício Emergencial por mais 2 meses

Programa de incentivo a empresas e empregados beneficiou manutenção de empregos formais em julho

Por Da Redação

O Brasil voltou a gerar empregos com carteira assinada em julho. O dado integra o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou 131 mil e 10 novas contratações no período.

Os números do emprego formal no Brasil foram comemorados pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, o saldo positivo pode ter entre os fatores o chamado Benefício Emergencial, que dá suporte a empresas para manutenção de contratos de trabalho em tempos de pandemia.

Segundo Guedes, há previsão de que o benefício seja estendido por, pelo menos, dois meses.

No mês passado, foram contratados 1 milhão, 43 mil e 650 trabalhadores formais. Foram demitidas 912 mil, 640 pessoas.

A alta do emprego formal acontece após quatro meses seguidos de queda. Apesar da pandemia, este foi o melhor resultado para o mês de julho desde 2012.

Conheça o programa

O programa permite, quando houver acordo entre empregador e empregado, a redução proporcional da jornada de trabalho e salário ou a suspensão temporária do contrato de trabalho.

A redução da jornada e do salário do empregado pode ser de 25%, 50% ou 70%. Na prática, funciona assim. Por exemplo, um funcionário que sofrer redução de 25% da jornada de trabalho, vai receber 75% do salário e 25% da parcela do Governo Federal. Se a redução da jornada de trabalho for de 70%, receberá o salário de 30% e mais 70% da parcela do benefício.

O trabalhador permanece empregado durante todo o tempo de vigência do acordo e pelo mesmo tempo depois que o acordo acabar. Caso o empregador não cumpra esse requisito, terá de pagar todos os direitos do trabalhador, já previstos em lei, além de multas.

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