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Economia

Minas Consciente passa a considerar Saúde Suplementar; 4 regiões avançam para Onda Amarela

Mudança autoriza reabertura de bares e restaurantes, autoescolas, salões de beleza e lojas de roupas

Por Da Redação

Estudo feito pela Secretaria de Estado de Saúde mostra que 24% dos mineiros possuem acesso à rede de Saúde suplementar e que, portanto, os quase 700 leitos de UTI disponíveis em hospitais privados aumentam ainda mais a capacidade assistencial no estado. 

Com isso, 200 cidades que compõem as macrorregiões de Saúde Centro - que inclui a Grande BH -, Jequitinhonha, Vale do Aço e Noroeste poderão avançar para a onda amarela do plano Minas Consciente, criado pelo governo estadual para promover a retomada gradual e segura da economia.

Nessa fase, já é permitida a abertura de bares e restaurantes com consumo no local, além de autoescolas, salões de beleza e lojas de roupas, desde que os critérios de segurança sejam cumpridos

O estudo que apontou a relevância dos leitos de UTI privados para a capacidade assistencial do Estado utilizou como base dados fornecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

A análise mostrou que Minas possui, atualmente, 46 hospitais que atendem exclusivamente planos de saúde, em 21 cidades. Esses municípios correspondem a 32% da população. São quase 700 leitos de UTI, com 61% de ocupação. No SUS, são quase 4 mil leitos, com 65% de ocupação. 

Os dados mostram, ainda, que 24% da população mineira tem acesso à rede de Saúde suplementar, colocando o estado em terceiro lugar no país em cobertura pela rede privada. A macrorregião de Saúde Centro, que engloba a Região Metropolitana de Belo Horizonte, tem a maior cobertura (34% da população).  Dados da ANS também apontam que os planos de saúde no Brasil têm estabilidade financeira para cumprir seu papel e que houve queda de 10% na taxa de ocupação de leitos em relação ao ano passado.



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