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Economia

Parados há mais de 6 meses, trabalhadores do setor de eventos se mobilizaram em uma manifestação, realizada hoje à tarde na Praça da Liberdade, Região Centro Sul de Belo Horizonte. De lá, a carreata desceu até a Sede do Executivo Municipal, para pedir respostas ao prefeito Alexandre Kalil.

O protesto contou com o apoio de entidades como as Associações Brasileira e Mineira de Eventos e Entretenimento, Associação Brasileira dos Promotores de Eventos, o Sindicato das Empresas de Promoção e montagem de Eventos e a Associação Brasileira das Empresas de Formatura.

O grupo pede a liberação da realização de eventos, tomando todos os cuidados necessários, e é reforçado por artistas e músicos da capital.

Em fala ao programa Rocknews 98, Cristiano Nenety, vice-presidente da Associação Mineira de Eventos e Entretenimento, falou que falta diálogo com o Executivo Municipal. Nenety defende a retomada gradual de eventos, começando pelos pequenos como batizados e festas de formatura. 

Para ele, “é inconcebível que bares e restaurantes sejam tratados como atividades distintas, uma vez que têm propostas similares”.

Segundo dados da Associação Mineira de Eventos e Entretenimento, o setor cultural é responsável por 2% do PIB brasileiro, e, incluindo os eventos, emprega 5,2 milhões de trabalhadores.

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