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Zema diz que redução de gastos resultou em economia de R$ 1,2 bilhão em MG

Governador disse também que a aprovação da Reforma da Previdência pela Assembleia Legislativa neste ano irá garantir economia de R$ 2,2 bilhões anualmente

Por Da redação - Economia15/12/2020
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O governador Romeu Zema apresentou, nesta terça-feira (15), em coletiva de imprensa na Cidade Administrativa, balanço de dois anos de seu governo. Segundo o governador, a política de redução de gastos do Estado proporcionou uma economia de R$ 1,2 bilhão nestes dois anos.

Zema também ressaltou a aprovação da Reforma da Previdência pela Assembleia Legislativa neste ano, garantindo economia de R$ 2,2 bilhões anualmente.

“Trabalhamos muito com a questão da previsibilidade. O funcionário público não tinha data para receber, o prefeito não sabia em que data ia ter seus repasses e qual valor. Nós resolvemos essa questão. Também negociamos com fornecedores. Hoje a maioria dos contratos são mais baratos, negociamos para quitar dívidas, principalmente na área de Saúde. E, para o futuro, nós dependemos de reformas. Já tivemos a reforma da previdência, de fundamental importância. E vamos continuar”, disse o governador.

Zema disse ainda que conseguiu quitar a dívida de R$ 7 bilhões do governo anterior com as prefeituras, além de regularizar os salários dos servidores.

Corte de gastos

Segundo o governo, houve redução de 49% das despesas não obrigatórias do orçamento estadual, como aluguéis, diárias, passagens, contas de água, luz e almoxarifado. Em razão da pandemia não houve cortes na área da Saúde.

Arrecadação

Segundo o governo, a arrecadação inicial de impostos prevista para o Estado, que era de R$ 57,4 bilhões, a R$ 55,3 bilhões, apesar das restrições econômicas causadas pela pandemia da covid-19

O secretário de Estado de Fazenda, Gustavo Barbosa, explicou que mesmo diante da pior crise fiscal da história, com projeção de déficit de R$ 11 bilhões para 2021, os cortes promovidos pela atual gestão, aliados à Reforma da Previdência e a projetos como o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), começam a sinalizar resultados importantes. 

“Há uma linha de tendência de crescimento da arrecadação, e num patamar superior ao pré-crise. Temos que continuar buscando isso. A gente entende que o Estado está se recuperando e essa linha de tendência mostra isso”, analisou o secretário.

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