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Esporte

Adriano Aro mantém possibilidade de volta no fim de julho e explica medidas

Adriano Aro se diz surpreso com a notícia da suspensão da possível data de retorno do Campeonato Mineiro e garantiu planejamento para o retorno no dia 26 de julho.

Por Guilherme Souza

Foto: Divulgação/FMF


Na manhã desta segunda-feira, a Secretaria de Saúde do Estado emitiu um comunicado vetando o retorno do Campeonato Mineiro naquela data que estava sendo trabalhada pelas autoridades competentes (26 de julho). No entanto, um pouco mais tarde, o secretário de saúde Carlos Eduardo Amaral explicou que retorno a partir de 26 de julho é possível.

Adriano Aro, presidente da Federação Mineira de Futebol, participou do programa Arena 98 e esclareceu diversos pontos sobre a retomada do Campeonato Mineiro 2020.


Sobre a retomada do Campeonato Mineiro:

“Se chegarmos na data e não houverem as condições mínimas, nós não vamos fazer futebol. Não tem jeito! Nós estamos lidando com um vírus invisível e a situação pode fugir do controle muito rapidamente e muito facilmente. Ninguém é louco de neste momento exigir que as pessoas coloquem suas vidas em risco. Mas nós não podemos ficar de braços cruzados, esperando que as coisas aconteçam. Mas nós pode ir, dentro da prudência, da cautela, dentro dos padrões mínimos, nós podemos definir um cronograma de trabalho. Senão a coisa fica inexequível e os clubes não vão conseguir sair do buraco que eles estão entrando.”


Sobre a data que a CBF definiu para o início do Campeonato Brasileiro:

“Primeiro, eu tenho esperança que a CBF ainda altere essa data. Eu tenho conversado com o presidente Rogério Caboclo. Pelo menos em Minas, nós precisamos de três semanas. Nós precisamos de seis datas. Mas caso isso não seja possível, nós estamos, e isso eu já conversei com os clubes, inclusive dispostos a ou utilizar datas de Copa do Brasil, caso os times que venham disputar finais não estejam mais na competição, ou até mesmo a questão das datas FIFA, que nós tentamos respeitar no início do ano e, agora, já não faz tanto sentido. E como última alternativa, os clubes estão dispostos a fazer semifinal e final em jogo único.”  


Confira a entrevista na íntegra.





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