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Baroni explica desistência de impugnação das eleições do Conselho Deliberativo

Giovanni Baroni, que foi candidato à presidência do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, falou sobre as eleições e o futuro do Cruzeiro.

Por Da Redação - Esporte26/05/2020
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O candidato à presidência do Conselho Deliberativo do Cruzeiro pela chapa "Transparência e Reconstrução", Giovanni Baroni, participou do programa 98 Esportes nesta terça-feira, e esclareceu diversos pontos acerca de sua candidatura, eleições e também sobre o futuro do clube celeste.


Baroni começou falando sobre as eleições no clube:

“É uma tristeza o que acontece no Cruzeiro desde 2018, com a vitória do Wagner. Logo em 2018, nós descobrimos como foi aquela vitória, como eles tramaram, de cargos. Nessa eleição de quinta, venceu o menos esperado, com uma divisão que houve entre nós, favoreceu esse candidato que ganhou. É com tristeza. Se você parar pra pensar, os vinte e nove conselheiros que trabalharam e por esse motivo foram excluídos votaram exatamente na chapa vencedora. Para a última urna, tinha vinte e cinco votos, que eram os vinte e cinco dos conselheiros, por que quatro não foram votar, e aí mudou o resultado no último momento.”


Sobre o novo presidente Sérgio Santos Rodrigues:

“O Sérgio é um cara corajoso. Pegar o Cruzeiro nestas circunstâncias, com 390 milhões de déficit no ano, justamente no ano que o Conselho Fiscal era presidido pelo eleito. Isso me preocupa muito. Eu sou muito transparente.”


Sobre o futuro discutido em reunião com o presidente:

“O doutor Paulo Sifuentes me procurou, assim como o Luiz Carlos. E nós ali acertamos de nos reunirmos e tentar fazer um grupo único. Na mesma quinta-feira à noite, nós criamos um grupo chamado ‘Cruzeiro Forte’. Vou deixar bem claro que, apesar de ter criado o grupo de Whatsapp, não é um grupo liderado por mim. É importante de dizer que, todas as propostas que forem boas para o Cruzeiro, e estiverem amparadas pela ética, moral e legalidade, serão aceitas. A promessa que foi feita, de que não se cumpra o estatuto do Cruzeiro em relação aos que trabalharam no Cruzeiro, da exclusão, isso será inadmissível. Isso foi ponto de acordo para que houvesse a judicialização.”    

Confira a entrevista na íntegra:

     


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