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Cruzeiro realiza acordo com a PGFN e terá benefícios importantes

Com o acordo, o Cruzeiro pode realizar a alienação da Sede Campestre 2 sem qualquer bloqueio, entre outras vantagens

Por Vinícius Silveira - Esporte23/10/2020
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Foto: Washington Alves/Light Press/Cruzeiro

O Cruzeiro conseguiu um ótimo acordo com Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e obteve uma redução expressiva das dívidas que União. Os valores totais que chegavam aos R$ 334 milhões caíram para quase R$ 152 milhões. 

Com o acordo, o Cruzeiro pagará o valor devido em 12 anos. No primeiro ano, os cruzeirenses terão que arcar com R$ 350 mil mensais. Logo depois, os valores irão aumentar conforme o tempo for passando. Dessas prestações, 60 delas serão para pagamentos previdenciários, e as demais 145 para outras dívidas.

Ainda no acordo, foram suspensos 33 processos e recursos contra o clube, que juntos superavam os R$ 100 milhões em pagamentos. Para tal, o Cruzeiro utilizou o dinheiro de parte da venda do meia Arrascaeta que estava bloqueado pela União.

Realizado o acordo, o Cruzeiro resolve questões referentes ao possível bloqueio do dinheiro da venda à Sede Campestre 2, podendo a alienação ser executada rapidamente. E o valor que estava bloqueado pela União e que seria utilizado para um acordo com a Minas Arena, será liberado e usado para efetuar o acerto com a gestora do Mineirão.

Sobre o acordo, o Coordenador-Geral de Estratégia de Recuperação de Créditos da PGFN, João Henrique Grognet, disse ao portal da Procuradoria que trata-se da “equalização de um passivo que se arrastava por um bom tempo, mas que por conta da transação, regulamentada com a lei entregue pelo Congresso Nacional, as partes conseguiram chegar a um bom termo”.

O presidente do Cruzeiro, Sérgio Santos Rodrigues demonstrou total satisfação com o acordo, que trará benefícios importantes ao clube celeste.

Trouxemos essa boa notícia com muita satisfação. Recentemente tivemos a decisão de nossa exclusão definitiva do PROFUT, mas não ficamos tão tristes com tal situação. Sabíamos do trabalho paralelo que já estávamos desenvolvendo. É um acordo com resolve essa questão tributária que tanto nos incomodava”.