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Dirigente do Atlético destaca os benefícios do lucrativo mundo do NFT

Felipe Ribbe destacou a capacidade de captação de novos recursos com as vendas de cards dos jogadores alvinegros.

Por Guilherme Souza/Thais Santos - Esporte13/05/2021
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Em entrevista ao programa 98 Esportes desta quinta-feira, o gerente de inovação do Atlético, Felipe Ribbe detalhou o funcionamento do mercado digital da NFT:

“O NFT é uma tecnologia nova. Surgiu no final de 2017, e começou a ter destaque no final do ano passado e início desse ano. O NFT em português quer dizer token não-fungível. O que é algo não fungível? Uma nota de cinquenta reais é algo fungível.  Toda nota de cinquenta reais vale cinquenta reais, não importa se ela é nova ou se ela é velha, se ela está rasgada, se ela está amassada. Algo não fungível é algo que não pode ser copiado. Quando a gente fala de um Token, é a representação de um ativo dentro da Block Token. Você consegue fazer a representação de um ativo dentro da Block Token e, por conta disso, fazer com que ele seja único, não copiado e autenticado também.”   


Ribbe também destacou a capacidade de captação de novos recursos com as vendas de cards dos jogadores alvinegros:


“Semana passada, a gente lançou uma espécie de Cartola, mas, ao invés de você entrar e escalar o seu time gratuitamente, você tem a emissão de cards em forma de NFT de todos os jogadores do time. Cada jogador tem 111 cards que são emitidos. Você tem leilões dentro da plataforma. As pessoas vão dando lances. O Atlético foi o primeiro time brasileiro a entrar na plataforma, que conta com Real Madrid, Juventus, PSG, Bayern de Munique, Inter de Milão, Milan, enfim, grandes clubes globais.  Tem muita gente que usa esses cards para fazer três. O desempenho dos jogadores na vida real. Se valorizam. Só para fazer um exemplo, na semana passada, um card do Guilherme Arana por 14 mil euros por um indiano, que de repente nem conhecia o Clube Atlético Mineiro, e agora pode começar a acompanhar. E como ele, outras pessoas de fora do Brasil, podem começar a acompanhar o Galo.”    


Confira a entrevista na íntegra: