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Esporte

Ex-dirigentes do Cruzeiro e empresários são indiciados pela Polícia Civil

Os indiciados estão incluídos na operação Primeiro Tempo da Polícia Civil de Minas Gerais

Por Vinícius Silveira e Adroaldo Leal

Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

Após investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, foram indiciados o ex-presidente do Cruzeiro, Wagner Pires de Sá, o ex-vice-presidente de futebol, Itair Machado, além do ex-diretor geral, Sérgio Nonato. Também foram indiciados os empresários Cristiano Richard, Carlinhos Sabiá, Wagner Cruz e João Ramalho, conhecido como João da Umbro.

O inquérito da "Operação Primeiro Tempo" da Polícia Civil de Minas Gerais foi fechado nesta segunda-feira (10) e entregue ao Ministério Público de Minas Gerais, que apreciará .

A condução da investigação foi realizada pela Departamento de Investigação de Fraudes (DEIP), comandada pelos Drs. Agnelo de Abreu Baeta, Domiciano Monteiro e Gustavo Xavier. A diretoria do Cruzeiro acompanhou de perto as investigações que também contou o trabalho ativo do Superintendente de Relações Institucionais e Governamentais do clube celeste, Léo Portela.

No começo da noite desta segunda-feira (10), a Polícia Civil de Minas Gerais divulgou nota confirmando o encerramento do inquérito.

"A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirma a conclusão do Inquérito que investigou irregularidades cometidas por administradores do Cruzeiro Esporte Clube. O procedimento foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

Três ex-dirigentes do clube e quatro empresários - três atuavam no futebol e um no ramo de Equipamento de Proteção Individual (EPI) - foram indiciados por apropriação indébita, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro". 

Pouco depois, o Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Twitter, confirmou o recebimento do inquérito

"O MPMG informa que recebeu da pcmgoficial hoje o inquérito q investiga eventual organização criminosa nas atividades de direção do Cruzeiro, com vistas à obtenção de vantagem a partir de crimes como lavagem de dinheiro, apropriação indébita, falsidade documental e ideológica.

Conforme o CPP, o MPMG tem 15 dias para analisar o relatório da pcmgoficial e as provas colhidas no inquérito para decidir sobre o oferecimento de denúncia ou pedido para complementar a investigação com novas diligências".

O inquérito começou no ano passado, quando a Polícia Civil de Minas Gerais realizava investigações em torno de irregularidades cometidas pela diretoria do Cruzeiro. As denúncias foram divulgadas em maio pelo programa Fantástico, da Rede Globo. Em julho de 2019, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, levando diversos equipamentos para apuração das denúncias.

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