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Dia D contra a Covid: em votação, diretores da Anvisa decidem uso emergencial de dois imunizantes no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai analisar os pedidos da Coronavac, imunizante do laboratório chinês Sinovac, e da vacina da Astrazeneca/Oxford

Por João Henrique do Vale e Carol Torres - Nacional17/01/2021
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domingo será diferente para os brasileiros.  Ao invés de ficar em frente a televisão ou ligado no rádio vibrando pelo time do coração, a expectativa será por outro motivo: a aprovação de uso emergencial da vacina contra a Covid-19 no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai analisar os pedidos da Coronavac,  imunizante do laboratório chinês Sinovac,  e da vacina da Astrazeneca/Oxford.  

Os resultados das análises das duas vacinas serão apresentados em reunião extraordinária marcada para ter início 10h e deve demorar cinco horas até às decisões.  O encontro foi agendado para este domingo por ser o penúltimo dia do prazo que a Anvisa estabeleceu para apresentar uma decisão. 

Entenda cada fase das vacinas no Brasil

Os dois pedidos de uso emergencial são independentes.  Os dados técnicos serão apresentados de forma separada para cada um dos pedidos: do Butantan e da Fiocruz.  

Rádio 98 fez um passo a passo de como será a reunião.  Veja abaixo:

EQUIPE TÉCNICA 

A reunião conta com os cinco diretores da Anvisa. A decisão é tomada pela diretoria da Agência por ser uma autorização excepcional. 

Os diretores são: 

Antonio Barra – Diretor-presidente  

Meiruze Freitas – Diretora e relatora dos pedidos  

Cristiane Jourdan – Diretora  

Romison Mota – Diretor (substituto)  

Alex Campos – Diretor  

A decisão da diretoria é feita por maioria simples, ou seja, três votos a favor ou contra definem o resultado.  

A REUNIÃO 

A reunião terá início com a fala da diretora relatora dos dois pedidos de uso emergencial em análise na Anvisa, Meiruze Freitas. Depois da abertura da pauta, os especialistas fazem uma apresentação das análises técnicas de cada uma das vacinas. 

Nesta fase, três áreas vão dar detalhes sobre a avaliação feita nos estudos.  A área de medicamentos vai falar sobre os estudos clínicos e de eficácia e segurança.

A área de certificação de boas práticas de fabricação vai expor os detalhes dos locais onde as vacinas serão produzidas. Avaliam se têm condições adequadas.

Por último será a vez da área de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiveram alguma reação à vacina.  

VOTAÇÃO 

Depois da apresentação vem o momento mais esperado.  O momento em que saberemos se as vacinas terão ou não a autorização para uso emergencial no Brasil.

O primeiro voto será da relatora.  Em seguida os diretores votam,  um a um, concordando ou discordando do voto da relatora. O resultado é anunciado pelo diretor-presidente da Agência no final da reunião. 

DECISÃO 

A decisão passa a valer a partir do momento em que houver a comunicação oficial ao laboratório. Ela será publicada no portal da Anvisa, no extrato de deliberações da Diretoria. Não há necessidade de publicação no Diário Oficial da União. 

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