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Candidato à presidência do Senado, Rodrigo Pacheco prega união e 'mineiridade'

Em entrevista ao 98 Talks na noite desta quinta-feira (21), Pacheco destacou que pretende levar a "mineiridade" à política nacional, em busca da pacificação e união do Brasil

Por Da redação - Política21/01/2021
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O Senador mineiro Rodrigo Pacheco (DEM) oficializou, na terça-feira (19), sua candidatura à presidência do Senado Federal. 

Pacheco já recebeu o apoio formal de nove partidos: DEM, PT, PP, PL, PSD, PSC, PDT, Pros e Republicanos. Além de Pacheco, concorrem à presidência do Senado Simone Tebet (MDB- MS), Major Olimpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO).

Em entrevista ao 98 Talks na noite desta quinta-feira (21), Pacheco destacou que pretende levar a "mineiridade" à política nacional, em busca da pacificação e união do Brasil.

"Há a possibilidade de Minas Gerais ter um presidente do Congresso Nacional pra resgatar o protagonismo do nosso Estado. Na política brasileira falta a mineiridade", avaliou.

Pacheco comentou o fato de receber ao mesmo tempo o apoio de Bolsonaro e do PT. "Esse consenso é revelador. Todos têm as suas opiniões que as vezes conflitam e são divergente. Mas todos querem gerar emprego, todos querem crescimento econômico", disse.

O senador mineiro disse que a pandemia está presente e evidenciou uma situação de vulnerabilidade social. Ele ressalta que isso irá demandar uma ação do Estado. "Há um estado de necessidade no Brasil. A primeira ação nossa é a reunião dos líderes partidários com a equipe de Paulo Guedes para discutir seja um programa de renda mínima, seja um incremento do Bolsa Família, alguma coisa precisará ser feita", sugeriu.

Caso chegue à presidência do Senado, Rodrigo Pacheco negou a possibilidade de se candidatar ao Governo de Minas em 2022. "Não deixarei de defender os interesses do Estado na presidência no Senado. Mas estarei com minhas energias concentradas. Fica incompatível eu pleitear uma candidatura", avaliou.

Confira a entrevista completa:


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