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Política

Com lembranças às gestões do PT em BH, Nilmário Miranda fala sobre candidatura

Confira a entrevista de Nilmário Miranda (PT), na série de entrevistas do 98 Talks com os candidatos à PBH

Por Da Redação

A Rádio 98 finalizou nesta quarta-feira (11) a série de entrevistas com os candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte. O último convidado foi o candidato Nilmário Miranda, do PT.

Em sua entrevista, o candidato relembrou as políticas públicas realizadas nos quatro anos de governo petista em BH e disse que quer "trazer essa lembrança para enfrentar anos difíceis que virão após a pandemia". Veja alguns dos principais pontos destacados por Nilmário:

  • Sobre o metrô:

"Fui relator de uma PEC 90 que colocou transporte como direito social. O transporte tem que cumprir primeiro a função social. O metrô é o ponto central. Não podemos abrir mão do Calafate-Barreiro e no futuro tem que levar até a área hospitalar."

  • Sobre o Tarifa Zero:

"Já estudei muito isso, fui conhecer na Colômbia. Acho que é possível chegar lá, mas é progressivamente."

  • Sobre integração metropolitana:

"Nenhuma cidade em áreas metropolitanas pode governar sozinha. O meio ambiente depende disso, a coleta de lixo, o transporte. É preciso ter mecanismos de decisão coletiva da RMBH."

  • Sobre a saúde:

"Não fosse o SUS a pandemia teria feito um desastre muito maior. Mas ainda temos muito a avançar. Temos uma rede privada hospitalar muito boa, mas ela é pra quem tem renda."

  • Sobre a educação:

"Durante a pandemia, tivemos a BH que tinha internet e a BH que não tinha internet. Escola em tempo integral será fundamental no pós-pandemia. Quem não tem acesso a internet, como que vai recuperar o tempo perdido?"

  • Sobre o projeto de renda mínima:

"Quero fazer uma renda mínima municipal. Vamos dobrar o valor per capita da renda do bolsa família. 320 mil famílias serão atendidas. Cada um vai ter pelo menos 1/4 de salário mínimo. Irão receber em moeda social, que só pode ser resgatada em BH."

  • Sobre armamento da Guarda Municipal:

"Isso é um equívoco. A Guarda não é polícia. Quanto mais armas pro povo, mais mortes de mulheres, mais mortes de jovens negros. Temos que desarmar o povo."

  • Sobre a falta de debates:

"Porque que não teve debates nas televisões? Tinha que ter. Política é debate."

  • Sobre ordens de reitegração de posse:

"Reintegrações de posse nunca aconteceria num governo meu. Isso é uma violência. Não pode. Nós temos que resolver pela negociação."

  • Sobre população de rua:

"Temos 70 mil imóveis vazios, que não voltaram a ser ocupados, não têm garagem, perderam valor de mercado. Não pagam IPTU, não pagam nada há muito tempo. Porque não negociar para achar moradia para essas pessoas?"

  • Sobre as chuvas:

"Nós tivemos projetos de drenurbs, de drenagem urbana. Nós temos todas as áreas de risco levantadas. Fazíamos isso nos governos PT. Com orçamento participativo, nós monitorávamos isso. Agora acabou. É preciso recuperá-los."

Confira a entrevista completa:



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