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Saúde

Anvisa diz que não foi informada sobre suicídio de voluntário da Coronavac

Anvisa alegou que Instituto Butantã enviou informações incompletas e que "tão logo as informações sejam canalizadas corretamente, elas serão analisadas"

Por Estadão Conteúdo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) condicionou a continuidade dos testes da vacina Coronavac contra a covid-19 à confirmação sobre a segurança do produto. O órgão suspendeu na segunda-feira (9), o desenvolvimento do imunizante, produzido pelo Instituto Butantã em parceria com um laboratório chinês.

A Anvisa evitou estabelecer um prazo para reavaliar a decisão. De acordo com o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes, é preciso confirmar que não há causalidade entre a vacina e "o evento adverso grave não esperado" verificado em um voluntário dos testes.

A Anvisa alegou que, ao informar um evento grave nos testes, o Instituto Butantã enviou informações incompletas sobre a ocorrência e que, diante de um evento grave não esperado, o protocolo técnico correto é suspender os trabalhos até o detalhamento dos dados. "Tão logo as informações sejam canalizadas corretamente, elas serão analisadas", disse o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres. O diretor reforçou compromisso da agência com o desenvolvimento das vacinas testadas atualmente.

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