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Carga com mais de 1 milhão de testes rápidos para Covid-19 chega a Confins

Segundo a empresa fabricante, um dos focos é o uso dos testes em empresas para restabelecimento de atividades econômicas

Por Da redação - Saúde01/05/2020
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Uma carga com 1,46 milhão de testes rápidos para a detecção do coronavírus irá chegar ao Aeroporto Internacional de Confins, nesta sexta-feira (1º). Os testes são fabricados pela empresa chinesa Celer Biotecnologia da Wondfo e têm confiabilidade atestada pela FDA (Food and Drug Administration).

O voo saiu de Guangzhou, na China, nessa quinta e tem previsão de pouso no terminal na Grande BH na noite desta sexta-feira. Os itens serão destinados a órgãos públicos, empresas privadas e distribuidoras.

Segundo a Celer, um dos focos é o uso dos testes em empresas para restabelecimento de atividades econômicas.

O pesquisador e CEO da empresa, Denilson Laudares Rodrigues, diz que para a testagem em larga escala é recomendada a utilização de um teste de fácil logística, com fácil aplicação e custo acessível para alcançar uma maior parcela da população.

“Para a retomada das atividades empresariais temos aconselhado aos nossos clientes que o melhor caminho é o da testagem periódica, feita nas empresas por profissionais de saúde, em uma rotina a cada 15 dias”, completa o pesquisador.

Segundo ele, os casos positivos detectados nesse protocolo de testagem devem ser direcionados para um acompanhamento clínico, onde será feita uma testagem confirmatória em laboratório valendo-se de outra metodologia, o teste de Reação em Cadeia da Polimerase (PCR).

O empresário lembra que o vírus não tem um padrão de contágio. “Dos mais jovens às pessoas dos grupos de risco, todos são fonte de propagação e devem estar representados na amostragem das testagens empresariais. O objetivo é identificar os casos infectados, isolá-los para tratamento e evitar a infecção da equipe. A ideia é que o contato das pessoas com o vírus seja gradativo para não colapsar a atividade produtiva, assim como têm sido feitas as iniciativas governamentais para não colapsar o sistema de saúde. A testagem recorrente permite isso”, explica Denilson.

Os testes rápidos para COVID-19 detecta a presença de anticorpos do tipo IgM (imunoglobulina M) e IgG (imunoglobulina G) nas amostras coletadas. Portanto, para que o teste tenha maior assertividade, a indicação é que ele seja utilizado 10 dias após o contato do paciente com o vírus, ou de 7 a 14 dias após o aparecimento de sintomas.


(Foto: Celer/Divulgação)