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Infectologista diz que pequenos atrasos não impactam na eficiência da Coronavac

Médico Carlos Starling conversou no Central 98 e explicou a diferença entre as três vacinas disponíveis hoje no Brasil e os possíveis efeitos colaterais de cada uma

Por Marcello Oliveira - Saúde05/05/2021
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Nesta semana, idosos de 65 a 67 anos que deveriam voltar aos postos de vacinação em Belo Horizonte para receber a segunda dose da vacina Coronavac contra a Covid-19 não conseguiram ser atendidos devido a falta do imunizante na rede municipal. Os idosos que estiveram nos locais de vacinação na busca pela segunda dose da vacina foram orientados a procurarem mais informações a partir desta quinta-feira (06) para saber se já haverá doses disponíveis ou se terá alguma previsão de quando os imunizantes do Instituto Butantan serão disponibilizados ao público.

Uma das preocupações é se o atraso da segunda dose pode influenciar na eficácia da vacina. No caso da Coronavac, a segunda dose deve ser aplicada entre 14 e 28 dias após a primeira dose. “Se você der essa vacina num período entre uma, duas e, eventualmente, de até três semanas depois, ou der um pouco antes, você tem pequenas variações mas que não deve afetar de forma significativa a produção de anticorpos e a proteção que essas vacinas dão então, o ideal é fazer na data estabelecida, se não for possível, pequenas variações não vão gerar também a perda da efetividade da vacinação”, explicou o infectologista Carlos Starling, em entrevista ao Central 98 desta quarta-feira (05).

 O médico também falou sobre as orientações para quem tomar a vacina da Pfizer e destacou a diferença entre as três vacinas hoje disponíveis no Brasil e os possíveis efeitos colaterais de cada uma. Veja a entrevista completa no vídeo abaixo.