98 Live - Logo
  1. News
  2. Saúde
  3. Macrorregiões Centro e Norte voltarão a ondas mais rígidas do Minas Consciente

Macrorregiões Centro e Norte voltarão a ondas mais rígidas do Minas Consciente

Todas as localidades serão monitoradas nos próximos dias para garantir saúde da população

Por Da Redação - Saúde18/06/2020
  • whatsapp
  • facebook
  • twitter

As macrorregiões de Saúde Centro e Norte retornarão às ondas verde e branca do plano Minas Consciente, conforme decisão anunciada pelo Comitê Extraordinário Covid-19, nesta quarta-feira (17/6). A medida pretende preservar a saúde da população, já que as duas regiões apresentaram aumento expressivo no número de casos da doença, colocando em risco a capacidade assistencial da rede hospitalar.

Com o retrocesso, os 101 municípios da macrorregião Centro, que engloba a Região Metropolitana de Belo Horizonte, estão orientados a manter abertos somente os serviços essenciais, como padarias, farmácias e supermercados. Já as 86 cidades do Norte estão orientadas a fecharem temporariamente estabelecimentos como papelarias, salões de beleza e lojas de roupas. Podem continuar funcionando os serviços essenciais e as atividades autorizadas na onda branca, a exemplo das autoescolas, lojas de artigos esportivos e floriculturas.

As outras 12 macrorregiões de Saúde seguem nas ondas estipuladas na última semana. Elas são monitoradas diariamente, com possibilidade de retrocesso a qualquer momento em caso do quadro se agravar.

O governador Romeu Zema fez um alerta sobre o avanço da doença em Minas e pediu que a população mantenha o máximo possível de isolamento e não descuide das medidas de proteção individual nas próximas semanas.

Pedimos para que o mineiro, que se comportou tão bem até agora, não relaxe com relação às medidas preventivas. Quem puder ficar isolado, fique. O grupo de risco não deve sair de casa. Minas Gerais já rompeu a barreira dos 500 óbitos, uma marca triste, e sabemos que esse número, independentemente das nossas ações, continuará subindo até o momento de pico que, conforme a previsão dos especialistas, deve ser no mês de julho. Por isso, peço que todos redobrem os cuidados nas próximas 4 ou 5 semanas, porque elas serão decisivas. Se passarmos bem por esse período, com certeza teremos um horizonte mais seguro a partir daí”, afirmou.