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Proibição de exportação de seringas garante insumos ao plano de vacinação

O ministério disse ainda que estes produtos serão comprados de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período

Por Estadão Conteúdo - Saúde04/01/2021
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O Ministério da Saúde disse, em nota emitida nesse domingo, que pediu para interromper provisoriamente a exportação de seringas e agulhas, solicitação que foi acatada pelo Ministério da Economia. De acordo com a Saúde, "desta forma, a pasta garantirá os insumos necessários para, somando às necessidades habituais do SUS, viabilizar a ampliação da oferta de seringas e agulhas para atender ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19"

O ministério disse ainda que estes produtos serão comprados "de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período". A pasta afirmou, sem detalhar, que há estoque "satisfatório" de seringas em postos de vacinação do País. "Estes insumos, inclusive, podem ser utilizados para dar início à vacinação de forma célere e segura."

As compras destes produtos eram feitas por Estados e municípios, mas o ministério decidiu centralizar a aquisição para atender o aumento de demanda na pandemia. 

Na semana passada, o Ministério da Saúde não alcançou a meta na primeira tentativa de comprar seringas para vacinação. A pasta só conseguiu adquirir 7,9 milhões no pregão eletrônico, o equivalente a cerca de 2,4% do total planejado, que era de 331 milhões. As empresas reclamaram que os preços pagos pelo governo estavam abaixo dos praticados no mercado.