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Cidades

Bombeiros acreditam que incêndio na Serra do Cipó tem origem criminosa

Ações dos bombeiros no local são dificultadas pelo relevo da região, pelo vento intenso e pela temperatura, que favorecem a propagação do fogo

Por Da redação

O combate às chamas no Parque Nacional da Serra do Cipó, na Região Central de Minas Gerais, já dura cinco dias. O fogo segue descontrolado. Mais de 83 pessoas, entre militares, brigadistas e voluntários, participam dos trabalhos em quatro frentes. Aeronaves também estão sendo usadas.

O tenente Pedro Aihara conversou com o Rock News na tarde desta quinta-feira (1º) e disse que acredita que as causas tenham sido criminosas. "Infelizmente, 99% deste tipo de incêndios florestais são provocados por ações criminosas", disse. 

Os focos estão sendo combatidos em quatro diferentes locais: na Serra da Caetana e Confins, dentro do Parque Nacional, e duas frentes nos limites do parque.

Participam do combate, 24 bombeiros militares, 6 policiais militares, 51 brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e dois voluntários. Duas aeronaves auxiliam nos trabalhos.

Segundo Aihara, as ações são dificultadas pelo relevo da região, pelo vento intenso e pela temperatura, que favorecem a propagação do fogo. "O combate tem que ser manual e é muito cansativo. São locais que não têm acesso por estradas, então os militares têm de ser posicionados pelo helicóptero ou então fazer uma longa caminhada até o local", explicou o tenente.

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