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Cidades

Imagem: Corpo de Bombeiros MG

Bombeiros encontram todas as vítimas da tragédia de Capitólio; 10 pessoas morreram

40 bombeiros atuam na operação que conta com o apoio da Marinha

Por Carol Torres e João Henrique do Vale

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizou as duas últimas vítimas fatais da tragédia de Capitólio na tarde deste domingo (9). Com isso, subiu para dez o número de mortos do desprendimento de uma rocha no lago de Capitólio, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais.

Duas embarcações sofreram impacto direto da rocha: são elas a EDL, que teve 14 pessoas resgatadas com vida e a Jesus, que teve 10 pessoas resgatadas com vida. Outras duas embarcações sofreram impactos indiretos, e tiveram 18 resgates com vida, no total.

Medidas de segurança serão discutidas entre os prefeitos de cidades da região para evitar incidentes nos cânions.

“Reunião com prefeitos para novas praticas que serão colocadas em práticas para a segurança de turistas na região”, disse Sargento Wander Silva, da Defesa Civil de Minas Gerais.

Buscas

O delegado Marcos Pimenta, da Polícia Civil, não descarta mais pessoas desaparecidas. “Até agora, não recebemos nenhum relato. Mas aqui é um local de turismo nacional. Por isso, por exemplo, podemos ter um ‘forasteiro’ de Ribeirão Preto. Por isso, as operações vão seguir. Não estamos com pressa”.

As busas começaram no sábado (8) e foram interrompidas durante a noite por causa das condições do tempo e por motivos de segurança. Por volta das, 5h os militares voltaram para a represa onde os trabalhos foram retomados. Mais de 40 bombeiros atuam na operação que conta com o apoio da Marinha. 

Passeios proibidos 

Os passeios de lancha, na região onde aconteceu a queda de rocha no reservatório de Furnas, em Capitólio, na Região Centro-Oeste de Minas, foram proibidos pelo Executivo Municipal. A informação foi confirmada pelo prefeito da cidade, Cristiano Gerardão (Progressistas), na noite deste sábado (8). 

De acordo com uma nota divulgada pela Prefeitura de Capitólio, os passeios náuticos não foram proibidos em sua totalidade. "Salientamos que apenas o Cânion de Furnas e a Cascata d'agua estão interditadas até que se verifiquem todas as buscas sendo também temporariamente fechado para análise técnica", disso o comunicado.

De acordo com o prefeito, é a primeira vez que uma rocha com essas dimensões se desprende do paredão da represa de Furnas. 

Investigação 

Um inquérito foi aberto pela Marinha para apurar as circunstâncias do deslizamento de pedras que atingiu lanchas em Capitólio, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais. A Polícia Civil também iniciou apuração.

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