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Cidades

Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com alta na vacinação, Minas tem queda de 11% na incidência da Covid em 14 dias

Com os resultados, a classificação das macrorregiões se manteve e 12 das 15 localidades permanecerão nas ondas amarela e verde

Por João Henrique do Vale

Minas Gerais segue com a melhora nos indicadores da covid-19. Nos últimos 14 dias, houve queda de 11% na taxa de incidência da doença. Os dados, divulgados nesta quinta-feira, pelo Comitê Extraordinário Covid-19, que se reúne semanalmente para discutir a situação da pandemia no estado.

Com os resultados, a classificação das macrorregiões se manteve e 12 das 15 localidades permanecerão nas ondas amarela e verde, as mais flexíveis do plano Minas Consciente, que promove a retomada segura e gradual da economia.Estão na onda verde do Minas Consciente as macrorregiões Sudeste e Vale do Aço. Na amarela, permanecem a Centro, Centro-Sul, Jequitinhonha, Leste, Noroeste, Norte, Oeste, Sudeste, Sul e Triângulo do Norte.

Já na faixa vermelha estão Leste do Sul, Nordeste e Triângulo do Sul. Nenhuma delas, no entanto, possui a classificação de Cenário Epidemiológico e Assistencial Desfavorável, que é a de maior restrição do plano Minas Consciente.

O estado registrou queda no número de óbitos e de novos casos da doença na última semana, assim como uma redução na espera por leitos. Hoje, 64 pacientes aguardam vaga para UTI covid em Minas, enquanto na semana passada eram 70. No início de junho, esse número chegou a ser quase quatro vezes maior.

Cirurgias eletivas 

Mudanças foram apresentadas em relação as cirurgias eletivas. Hospitais privados, ou seja, que não recebem recursos públicos, podem retomar as cirurgias eletivas, reduzindo assim o passivo existente e a espera dos pacientes. Já na rede SUS, essa retomada poderá ocorrer no momento em que se comprovar estoque de pelo menos 30 dias do chamado kit intubação. Macrorregiões em cenário desfavorável seguem impedidas de realizar esse tipo de cirurgia.

A suspensão das eletivas foi determinada devido à pressão por leitos de UTI e pelo baixo estoque do kit intubação em todo o país, com a consequente dificuldade de acesso a esses medicamentos.

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