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Imagem: Amira Hissa / PBH

Com déficit de médicos, Fuad Noman faz apelo para pediatras de BH: “A população precisa”

Unidades de saúde da capital mineira seguem cheias por causa da alta demanda de crianças com síndromes respiratórias


Por João Henrique do Vale

Belo Horizonte sofre com o déficit de médicos, principalmente, na área de pediatria. E o resultado é a demora no atendimento e uma pressão para os profissionais da área que trabalham no Sistema Único de Saúde (SUS). Para tentar amenizar a situação, neste momento de alta na demanda de casos de síndrome respiratória, o prefeito Fuad Noman (PSD) fez um apelo aos pediatras, para que possam trabalhar na prefeitura. 

“Nós fizemos concurso, chamamos 188 pediatras para participar. Ainda não conseguimos trazer todo mundo. A prefeitura está aberta para qualquer pediatra qualificado que queira vir trabalhar. Mas, temos dificuldade. Não podemos ir até a casa do profissional e o mandar ir para o posto de saúde. Então, faço um apelo aos pediatras de Belo Horizonte que venha trabalhar na prefeitura, pois a população precisa. Ainda mais agora que os hospitais estão fechando”, afirmou o prefeito durante a apresentação do Movimento Belo Horizonte + Feliz

Para Fuad, um dos fatores que afasta os profissionais é o fluxo intenso de atendimento nos postos de saúde. “Posto de saúde atende muita gente. Tem dia que atende 300 crianças e é um trabalho extenuante para todo mundo. Tentamos diminuir o horário de trabalho para amenizar isso”, comentou. “O salário é competitivo e a condição de trabalho tem esse inconveniente do volume muito grande de pessoas”, finalizou. 

O déficit de médicos em Belo Horizonte em junho deste ano era de 485 médicos. No mesmo mês, 188 médicos aprovados no concurso de 2020 foram convocados. Porém, segundo Fuad Noman, afirmou que nem todos assumiram o trabalho. 

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