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Imagem: Divulgação / PBH

Conjunto JK será tombado patrimônio cultural de Belo Horizonte

Decisão foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município


Por Lucas Rage

O edifício JK, situado na Região Central de Belo Horizonte, vai se tornar patrimônio cultural de Belo Horizonte.

Tombamento do edifício foi aprovado, por unanimidade, pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (CDPCM-BH).

A Secretária Municipal de Cultura e presidente interina da Fundação Municipal de Cultura, Fabíola Moulin destacou a importância da construção, marco arquitetônico em Belo Horizonte. “O tombamento definitivo garante a proteção deste bem cultural simbólico para a cidade. O Conjunto JK é uma referência nas novas formas de morar propostas pelo modernismo. Seu projeto revolucionário é referência quanto ao início da verticalização da cidade para uso residencial e inovou ao apresentar em seu projeto a proposta de reunir habitação, cultura, repartições públicas, entre outros serviços, em um só lugar. O JK faz parte da história da cidade e sua preservação interessa a todos”

Com a decisão, os proprietários poderão acessar os benefícios oferecidos pela Política de Preservação do Patrimônio Cultural em Belo Horizonte. Entre eles estão: a isenção de IPTU e o acesso ao programa Adote um Bem Cultural, que possibilita a cooperação com o poder público para a restauração e conservação de bens culturais protegidos.

A publicação da deliberação referente ao tombamento definitivo do bem cultural será realizada nos próximos dias no Diário Oficial do Município (DOM).

Sobre o JK

Projetadas por Oscar Niemeyer, ícone do modernismo na arquitetura brasileira, as duas torres do Conjunto JK estão situadas na rua dos Timbiras, 2.500, e na rua dos Guajajaras, 1.268, na Região Centro-Sul de BH.

O edifício foi construído no local onde havia funcionado, até 1938, uma antiga sede da então Escola de Aprendizes Artífices de Minas Gerais, demolida em 1943, por ordem do então prefeito Juscelino Kubitschek, para expansão e urbanização da Praça Raul Soares.

A construção foi feita pelo empresário Joaquim Rolla, com recursos doados pelo então governador Juscelino Kubitschek.

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