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Imagem: STTRBH / Divulgação

Empresa alega colapso e ônibus não circulam em Belo Horizonte

Viação São Dimas é responsável por 61 linhas da capital mineira


Por João Henrique do Vale

Moradores de Belo Horizonte voltam a sofrer com a falta de ônibus.  Nesta quinta-feira, 13 linhas não estão circulando por causa de uma paralisação na Viação São Dimas, que pertence ao Consórcio Pampulha. A empresa alegou colapso e que não tem dinheiro para comprar combustível

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), a empresa atende as regiões da Pampulha, Centro, Centro-Sul e Noroeste. As linhas, segundo a entidade, atingem 22 mil passageiros.

De acordo com a BHTrans, a paralisação acontece em 13 linhas. Como parte delas são operadas de forma compartilhada, as viagens estão acontecendo de forma parcial. A autarquia informou que o Consórcio Pampulha será notificado para o retorno imediato da operação das linhas, sob pena de sanções contratuais pertinentes. As viagens não realizadas serão autuadas.

A BHTrans afirma, ainda, que agentes estão atuando nas estações e nos pontos finais orientando os passageiros. Também foi solicitado veículos reservas.

Veja as linhas que estão sem circular

1404C - Palmeiras/São Salvador 

3502 - Ouro Preto / São Gabriel

 4107 Alto Caiçara/Serra 

4113 - Bom Jesus/Belvedere 

51 - Estação Pampulha/Centro/Hospitais 

5250 - Estação Pampulha/Betânia

5401 - São Luís/Dom Cabral 

5550 - Estação Pampulha/Estação Ponto São José

9402 - Santa Inês / Santo André

9404 - São Lucas / Nova Esperança

9502 - São Geraldo/São Francisco via Esplanada 

9411 - Casa Branca/São José 8501 - Maria Goretti/Engenho Nogueira via Ouro Preto

Valor liberado para às empresas 

Outras paralisações foram feitas em BH pelas empresas de ônibus neste ano com a mesma justificativa: a falta de dinheiro para a compra de combustível e pagamento de funcionários. 

O prefeito Alexandre Kalil (PSD) conseguiu,  junto ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG),  a liberação de R$ 4,3 milhões por parte da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). O valor faz parte do Fundo Garantidor do Equilíbrio Econômico Financeiro (FGE)

O MPMG afirmou que iria abrir uma investigação para apurar se as concessionárias realmente necessitam da verba. 

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