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Imagem: Rede 98/Reprodução

Entrevista: Secretaria de Saúde de BH justifica máscaras e promete fiscalização

Central 98 conversou com Paulo Roberto Corrêa, diretor de Promoção à Saúde e Vigilância Epidemiológica


Por Da Redação

A obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados em Belo Horizonte foi prorrogada para até 15 de agosto – decreto anterior estabelecia regra da proteção até 31 de julho.

A decisão da prefeitura foi divulgada nesta quarta-feira (27) e gerou polêmica. Para falar sobre o assunto, o Central 98 recebeu Paulo Roberto Corrêa, diretor de Promoção à Saúde e Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde.

Em entrevista exclusiva à Rede 98, o representante da pasta elencou quatro principais motivos para a decisão do uso de máscaras: a variante BA5; a maior transmissão de doenças respiratórias pela temporada outono/inverno; a baixa cobertura vacinal infantil; e o retorno das aulas.

O diretor de Saúde afirmou que a prefeitura tem fiscalizado a norma. “Nós fazemos fiscalização. Principalmente nos locais de saúde e outros que aglomeram muitas pessoas, como restaurantes. Para isso precisamos contar com a população também. Sem essa parceria a gente não consegue enfrentar o vírus”, solicitou Paulo Roberto Corrêa.

Assista a entrevista completa:


Máscaras de volta

Com a decisão, as máscaras devem ser mantidas nos equipamentos e serviços de saúde, no transporte coletivo, estações de embarque e desembarque de passageiros, e no self-service dos restaurantes.

As máscaras voltaram a ser obrigatórias em ambientes fechados em BH no dia 14 de junho, por meio de decreto publicado pela Prefeitura. A medida tem validade até o dia 31 de julho. À época, a retomada do equipamento foi exigida devido ao aumento no número de casos da Covid-19 no município.

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