Cidades

  1. Notícias
  2. Cidades
  3. Greve de tanqueiros causa falta de combustíveis e corrida aos postos nesta quinta-feira
Imagem: Reprodução / Redes Sociais

Greve de tanqueiros causa falta de combustíveis e corrida aos postos nesta quinta-feira

Filas nos estabelecimentos já são registradas em diversos pontos de Belo Horizonte


Por Victor Duarte

Os transportadores de combustíveis e derivados de petróleo de Minas Gerais seguem com paralisação das atividades nesta quinta-feira. Todas as transportadoras estão paradas, num total de cerca de 800 caminhões, segundo os manifestantes.

Os transportadores se concentraram nas portarias da BR Distribuidora, ao lado da Refinaria Gabriel Passos (Regap), e das principais distribuidoras de combustíveis, como Shell, Ipiranga e Ale, em Betim.

O protesto é contra o ICMS dos combustíveis em Minas e os altos custos dos combustíveis praticados pela Petrobras. Dois caixões, simbolizando a "morte do frete", foram colocados na entrada da BR Distribuidora. O movimento também está sendo realizado no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Fila nos postos

Há registros de filas em postos de combustíveis da cidade, como no estabelecimento que fica no Minas Shopping, no bairro União. Estabelecimentos lotados também nas avenidas João SamanhaAntônio Carlos, Pedro I e na Via Expressa

Uma motorista que passava pela avenida Bernardo Vasconcelos flagrou funcionários de um posto cobrindo os preços com sacos plásticos. 

Por meio de nota, o Minaspetro pediu que os motoristas não comecem uma "corrida aos postos", ação que pode "causar e agravar o desabastecimento". O órgão informou que está "monitorando a situação da greve dos tanqueiros e informa que os postos com estoques reduzidos já apresentam problemas de abastecimento".

O documento diz ainda que, " com a paralisação, todas as regiões do estado estão sendo prejudicadas, impactando fortemente o abastecimento de Minas Gerais, tendo em vista que a base de Betim é estratégica para a distribuição de combustíveis estadual".

Por fim, o Minaspetro afirmou que "entrou em contato formalmente com o governo de Minas e solicitou que o pleito dos caminhoneiros fosse atendido. Uma das soluções apontadas para se abrir a negociação foi o congelamento do PMPF, base de cálculo para a incidência do ICMS, pleito do Minaspetro desde o início da pandemia. O congelamento do preço de pauta conteria momentaneamente a escalada dos preços na bomba".

Colunistas

Carregando...

Enquete

Carregando...

Saiba mais