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Imagem: Amira Hissa / PBH

Kalil acredita que greve de ônibus pode não acontecer com conciliação na segunda

Nesta sexta-feira, o prefeito se reuniu com secretários, e representantes da BHTrans e dos consórcios da capital mineira

Por João Henrique do Vale

Uma reunião de conciliação marcada para a segunda-feira pode dar fim a paralisação dos rodoviários, marcada para ter início no mesmo dia. O prefeito Alexandre Kalil (PSD) afirmou, nesta sexta-feira, após encontro com empresários de ônibus e secretários, que está confiante que a greve não tenha início com a antecipação de uma audiência de conciliação marcada para o início da próxima semana. 

Nesta sexta-feira, o prefeito se encontrou com reuniu com secretários, e representantes da BHTrans e dos consórcios da capital mineira. Ao fim da discussão, que demorou mais de duas horas, ele se mostrou confiante de que a paralisação não tenha início na segunda-feira. 

“Nós convocamos a reunião, porque o assunto, greve do transporte público é gravíssimo. Nós tentamos intermediar aqui, conseguimos com sucesso. Vamos antecipar a reunião de conciliação para segunda-feira. Acreditamos que no encontro os trabalhadores vão entender. O Setra quer negociar com os trabalhadores. Não é assunto da prefeitura. O assunto da prefeitura é a população ficar sem o transporte público. Essa é a nossa grande preocupação. O assunto é grave, não é com grito que se resolve, não é com microfone”, afirmou o prefeito.  

Segundo Kalil, uma mesa fixa foi criada para discutir o transporte público. “Vamos discutir desde o fim do contrato, porque parece que o contrato não agrada ninguém. E temos que levar em consideração, Vitória, por exemplo, ou outra cidade, se não me engano, está dando diesel, outro está dando subsídio. Então, o transporte público, no modelo atual, não para em pé. Estamos discutindo uma modelagem nova que pese pouco no bolso do contribuinte”, completou. 

A paralisação

A paralisação foi definida em assembleia realizada nessa quinta-feira no Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Belo Horizonte (STTRBH). Os trabalhadores afirmam que estão há dois anos sem reajuste salarial. 

Os rodoviários cobram um aumento de 9% + INPC, ticket de alimentação de R$ 800,00, pagamento do ticket no atestado, remoção do banco de horas, abono salarial 2019/2020, a retirada da limitação do passe livre, manutenção do passe livre para o afastado, e melhoria no plano de saúde. 

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