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A Justiça determinou que a Vale pague, por mais um ano, auxílio emergencial mensal a pessoas que tiveram que deixar as casas em Barão de Cocais, na Grande BH, por causa do risco de inundação do complexo minerário Gongo Soco. Terão direito ao pagamento, por mais um ano, 492 pessoas.

A mineradora terá que pagar  um salário mínimo a cada adulto, meio salário mínimo a cada adolescente e um quarto de salário mínimo a cada criança. Deverá ser pago também, para cada família, o valor correspondente a uma cesta básica estabelecido pelo Dieese.

Na ação civil de tutela cautelar, os ministérios público Federal e Estadual, além da Defensoria Pública de Minas Gerais, afirmaram que grande parte dos atingidos não tiveram suas atividades econômicas originais restabelecidas e foram profundamente abalados em seu modo de viver, inclusive passando a ser obrigados a comprar os alimentos que antes plantavam e consumiam.

Na decisão, que definiu a forma de pagamento do auxílio emergencial, a Justiça determinou que terão direito ao pagamento os proprietários, possuidores, locatários ou ocupantes de edificações nas zonas de autossalvamento e de salvamento secundário da barragem que se encontra em situação de rompimento iminente.

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