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MPMG solicita indenização para fura-filas da vacina enganados por falsa enfermeira

Os moradores que receberam a falsa vacina podem receber até R$ 6,5 mil


Por João Henrique do Vale

Moradores que tentaram furar a fila de vacinação contra a Covid-19 e acabaram enganadas por uma falsa enfermeira poderão receber até R$ 6,5 mil. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) solicitou a indenização para duas pessoas envolvidas na imunização que aconteceu no pátio de uma empresa de ônibus de Belo Horizonte. 

A promotoria indiciou a falsa enfermeira e outras cinco pessoas pelos crimes de associação criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e falsidade ideológica. Eles são responsáveis por vacinar centenas de pessoas com soro fisiológico, dizendo ser vacinas contra a Covid-19. Os envolvidos, segundo as investigações, movimentaram cerca de R$ 700 mil.

O caso começou a ser investigado pela Polícia Federal (PF) após o vazamento de um vídeo que mostrava a vacinação de pessoas em um pátio de uma empresa de ônibus da capital mineira. A suspeita, na época, é que as pessoas vacinadas poderiam ter adquirido os imunizantes de forma ilegal. Porém, ficou provado que elas foram enganadas. As apurações apontaram que elas pagaram R$ 600. 

Junto à denúncia dos estelionatários, o MPMG solicitou à Justiça indenização para duas pessoas que foram lesadas pelos criminosos. Sendo o valor mínimo de R$ 2.280 a uma das vítimas, e R$ 6,5 mil para outra. 

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