Cidades

  1. Notícias
  2. Cidades
  3. PBH não descarta suspender subsídio dos ônibus, afirma superintendente da Sumob
Imagem: Rede 98

PBH não descarta suspender subsídio dos ônibus, afirma superintendente da Sumob

Declaração foi feita por André Dantas durante entrevista exclusiva ao programa Central 98


Por Déborah Lima

O aumento de viagens no transporte público de Belo Horizonte vai completar um mês em 12 de agosto. As melhorias fazem parte de um acordo entre as empresas de ônibus e a prefeitura da capital mineira, após início do repasse parcelado de subsídio de R$ 237,5 milhões. 

Para fazer um balanço destes primeiros dias da nova configuração do transporte, o #Central98 conversou com André Dantas, superintendente da Superintendência de Mobilidade do Município de Belo Horizonte (Sumob).

Em 11 de julho foram pagos R$ 90 milhões aos concessionários e na próxima segunda-feira (8) pagará mais R$ 17 milhões. Dantas afirmou que, caso o acordo não seja cumprido, o pagamento das parcelas serão suspensas.

“Não tenha dúvida nenhuma (de que o subsídio será suspenso). Há uma responsabilidade com o dinheiro público. Estamos muito preocupados em entregar o serviço da mais alta qualidade e esse dinheiro suado da população não vai ser entregue se não for correspondido com as metas”, disse.

Reuniões do comitê

O grupo de trabalho para debater a mobilidade urbana na capital (GT-MOBBH), criado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com membros dos poderes Executivo e Legislativo, além de convidados da sociedade civil e de outras entidades públicas e privadas, diminuiu a quantidade de reuniões, que antes eram feitas semanalmente.

Questionado, Dantas explicou que houve reuniões após o primeiro pagamento e depois houve problemas com agenda dos participantes. “Houve uma decisão de que trabalharíamos fora do Grupo de Trabalho em desenvolvimento de ideias”, disse.

Há uma reunião marcada para o próximo dia 16 e um balanço previsto para o dia 23 na Câmara de Vereadores em que o grupo vai apresentar relatório com todo o resultado.

“Houve um consenso de que era preciso fazer o ‘dever de casa’. Não existe muito sentido ir lá sem uma agenda propositiva. Só reunir para remoer aquilo que já sabemos é ineficiente”, acrescentou.


Colunistas

Carregando...

Enquete

Carregando...

Saiba mais