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Imagem: Pixabay

Pesquisa: após queda do ICMS, preço da gasolina chega a R$ 5,64 na Grande BH

Levantamento do Mercado Mineiro mostra variação de preços do combustível


Por Déborah Lima

O preço da gasolina na Região Metropolitana de Belo Horizonte conseguiu chegar a R$ 5,64 nos postos. O valor foi apontado pelo site de pesquisas Mercado Mineiro e aplicativo comOferta.com, que realizaram, entre os dias 7 e 10 de julho, um levantamento de preços dos principais combustíveis.

Entre os postos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o menor preço encontrado da gasolina comum foi R$ 5,64 e o maior R$6,65 variando 17,91%. Em comparação realizada entre os preços de 10 de junho, constatou-se que o preço médio da gasolina comum reduziu 19,99% ou R$ 1,49, tendo antes o valor de R$ 7,44 e atualmente R$ 5,95.

Etanol

No caso do Etanol, o menor preço encontrado entre os postos pesquisados foi de R$ 4,48, e o maior de R$ 5,15, com uma variação de 14,96%. Na comparação realizada entre os preços médio no dia 10 de junho, foi apontando que o preço médio do etanol caiu 9,16% (R$ 0,47), sendo que o valor médio era de R$ 5,17 e passou a ser de R$ 4,70.

Diesel

O preço médio do litro do Diesel subiu 9,94% (R$ 0,69) nos últimos 30 dias – o preço que era R$ 6,94 subiu para R$ 7,63. O preço médio do Diesel s10 subiu 98% (R$ 3,78) de janeiro de 2021 a julho de 2022. O preço médio que era R$ 3,85 foi para R$7,63.

O menor preço do litro do Diesel é de R$7,24 e o maior R$8,09, uma variação de 11,74%.

Gás

O metro cúbico do GNV tem variação de 2,32%, custando de R$ 5,17 até R$ 5,29. O preço médio do GNV é de R$5,19.

Pesquisa

Foram consultados 180 postos em Belo Horizonte e Região Metropolitana.

“Após a redução do imposto Estadual (ICMS) e os Federais que foram zerados, a notícia é boa para o bolso do consumidor de carro a gasolina. Porém, o consumidor não pode baixar a guarda, deve pesquisar muito e estimular ainda mais a concorrência. Privilegiando os postos mais baratos e pedindo sempre a nota fiscal e verificando os valores pagos nos impostos”, afirma o economista Feliciano Abreu.

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