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Cidades

Imagem: Duane Cartaxo / Rádio 98

PF indicia 19 pessoas e duas empresas por rompimento de barragem em Brumadinho

Os citados no inquérito vão responder por homicídio e crimes ambientais

Por João Henrique do Vale

Já está com o Ministério Público Federal (MPF) o inquérito da Polícia Federal que investiga o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Foram indiciadas 19 pessoas e as empresas Vale, responsável pelo reservatório, e Tüv Süd, que fez uma auditoria na estrutura. A tragédia deixou 270 mortos. 

Essa é a segunda fase das investigações da PF. O primeiro inquérito já havia sido concluído em 20 de setembro de 2019. Na ocasião, sete funcionários da Vale e seis da consultoria, além das duas empresas, foram indiciadas por falsidade ideológica e uso de documentos falsos. As apurações se basearam na elaboração e apresentação de declarações de condição de estabilidade falsas perante a Agência Nacional de Mineração (ANM) e a Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM)

Nesta segunda etapa, as 19 pessoas indiciadas vão responder por de crime de homicídio doloso duplamente qualificado - pelo emprego de meio que resultou em perigo comum e de recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa do ofendido – contra 20 pessoas. 

Além disso, os mesmos indiciados, a Vale e a Tüv Süd, irão responder por crimes ambientais de poluição e contra a fauna terrestre e aquática, a flora, os recursos hídricos, unidades de conservação e sítios arqueológicos, além de um quarto crime de apresentação de declaração falsa perante a ANM.

Os nomes dos indiciados está mantido em sigilo pela PF. O inquérito foi remetido ao Ministério Público Federal (MPF). 

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