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Imagem: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Polícia Civil identifica mais três vítimas de tragédia em Capitólio

Já são oito pessoas identificadas por peritos


Por João Henrique do Vale

Mais três pessoas que perderam à vida na tragédia em Capitólio, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, foram identificadas pela Polícia Civil. Os corpos ainda não foram liberados do Posto-Médico legal. Inquéritos foram abertos para investigar a responsabilidade da ocorrência. 

Segundo a Polícia Civil, a identificação das vítimas foi realizado por comparação de digitais, a papiloscopia. “O trabalho conjunto das equipes da PCMG continua para identificação de todas as vítimas e retirada dos corpos pelos familiares”, informou. 

Foram identificados: Geovany Gabriel Oliveira da Silva, 14 anos, natural de Alfenas/MG; Geovany Teixeira da Silva, 38 anos, natural de Itaú de Minas/MG; e Tiago Teixeira da Silva Nascimento, 35 anos, natural de Passos/MG.

Já tinham sido identificados anteriormente: Júlio Borges Antunes, de 68 anos, natural de Alpinópolis (MG), Camila Silva Machado, de 18 anos, natural de Paulínia (SP), Mykon Douglas de Osti, de 24 anos, natural de Campinas (SP), Sebastião Teixeira da Silva, de 64 anos, natural de Anhumas (SP) e a esposa, Marlene Augusta Teixeira da Silva, de 57 anos, natural de Itaú de Minas (MG). 

Procedimentos

O médico-legista do PPI, Marcos Amaral, resume que “foi um trauma de altíssima energia”. Devido à situação dos corpos, estão sendo aplicados os protocolos adotados no caso das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte, inclusive com a colaboração de profissionais do Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette, na capital.

“As identificações podem ser feitas por DNA, comparação de radiografias e arcada dentária, e por digitais”, descreve o médico-legista. Ele informa que a coleta de impressões digitais foi feita e encaminhada ao Instituto de Identificação para análise. A Polícia Federal também auxilia nesse trabalho. “Todos os esforços estão sendo feitos para agilizar a identificação e liberação dos corpos”, reitera.

Apurações

Uma força-tarefa, que reúne instituições como a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, a Defesa Civil e a Marinha do Brasil atuam no caso em diversas frentes, de acordo com as atribuições de cada órgão. Pela PCMG, além da identificação das vítimas, o delegado Marcos Pimenta informa que foi instaurado inquérito policial “visando pormenorizar os fatos e verificar as condições em que ocorreu a queda da pedra”.

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