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Imagem: Google Street View/Reprodução

Secretaria de Saúde investiga casos de raiva em Minas; um adolescente morreu

Uma das crianças foi transferida nesta quarta-feira (6), para o Hospital Infantil João Paulo II, em Belo Horizonte


Por Déborah Lima e João Henrique do Vale

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) abriu investigação de dois casos suspeitos de raiva humana no estado. As duas situações foram notificadas nos dias 4 e 5 de abril em Bertópolis, Região do Vale do Mucuri.

Em um dos casos, um adolescente de 12 anos morreu. O segundo caso suspeito é de uma adolescente, também de 12, que foi transferida nesta quarta-feira (6), para o Hospital Infantil João Paulo II, em Belo Horizonte. O quadro de saúde da paciente é considerado estável, segundo a SES-MG.

“Importante esclarecer que ambos os casos se encontram em investigação, ou seja, ainda não estão confirmados por exames laboratoriais. As amostras biológicas dos pacientes foram coletadas e serão encaminhadas para os laboratórios de referência”, informou a pasta.

Assim que foi notificada do primeiro caso suspeito, a SES-MG afirma que adotou as seguintes medidas para controle da doença no município:

  • Notificação do caso suspeito ao Ministério da Saúde;
  • Orientação quanto a coleta de amostras biológicas;
  • Solicitação de envio de relatório de investigação preliminar;
  • Investigação na localidade de ocorrência da exposição com busca ativa de pessoas que tiveram contato com o caso suspeito e encaminhamento para atendimento médico profilático;
  • Contato com o Instituto Mineiro de Agropecuária para ações cabíveis;
  • Vacinação antirrábica de cães e gatos da localidade;
  • Bloqueio focal;
  • Divulgação do caso na região com objetivo de alertar as pessoas sobre as formas de transmissão e prevenção da raiva.

Ainda segundo a SES-MG, o último caso confirmado de morte por raiva humana em Minas Gerais foi registrado em 2012, no município de Rio Casca.

“Por fim, a SES-MG destaca a importância de se procurar a Unidade de Saúde mais próxima para avaliação da necessidade de adoção de medidas profiláticas (administração de vacina e soro) em caso de qualquer incidente com mamíferos silvestres, sobretudo morcegos, bem como com cães e gatos”, finalizou.

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