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Imagem: Déborah Lima / Rede 98

Servidores da rede pública estadual de Saúde em Minas entram em greve

Paralisação não afeta os setores de urgência, emergência e tratamento intensivo


Por Déborah Lima

Os trabalhadores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) entraram em greve na manhã desta segunda-feira (04/04). 

Nesta segunda, o  Sindicato do Profissional de Enfermagem, Auxiliar de Apoio da Saúde, Técnico Operacional da Saúde, Analista de Gestão e Assistência à Saúde (Sindpros) afirma que sete das 21 unidades da Rede Fhemig pararam.

Durante a manhã, os servidores protestaram na porta do Hospital de Pronto-Socorro João XIII, em Belo Horizonte. Os manifestantes chegaram a parar o trânsito na Avenida Professor Alfredo Balena para chamar atenção para as reivindicações.

Os profissionais garantem que mantêm 100% do atendimento em urgência, emergência e Unidades de Terapia Intensiva. Nos demais setores, o contingente varia de 30% a 50%.

A Fhemig afirma que foi deferida, pelo Tribunal de Justiça, a tutela provisória de urgência pleiteada que impede o movimento grevista. Por outro lado, o Sindicato diz que não foi notificado.

Reivindicação

Segundo o sindicato que representa a categoria, parte das reivindicações do movimento já foram atendidas pelo governo do estado.

No entanto, os servidores da rede pública estadual de saúde ainda buscam por isonomia com reajuste de benefícios que outros servidores públicos já recebem.

Os servidores reclamam que houve aumento de apenas R$ 6 no valor do plantão dos trabalhadores da rede Fhemig e declaram “injustiça” já que para os servidores administrativos da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) houve aumento de R$ 28 como ajuda de custo.

O sindicato dos profissionais de saúde, junto com os trabalhadores da Fhemig, já haviam realizado um protesto reivindicando uma resposta do governo no dia 23 de março, mas dizem que foram ignorados pelo governo de Minas.

Em nota, a Fhemig “reafirma que mantém diálogo aberto com os trabalhadores”. Além disso, a Fundação diz que as tratativas de revisão das resoluções que definem os valores a serem pagos “estão em curso”.

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