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Imagem: João Henrique do Vale / Rede 98

Servidores da segurança pública recusam oferta de Zema e mantém greve em MG

Governador ofereceu reajuste de 10,6% e até R$ 8 mil de auxílio fardamento; nova manifestação já foi marcada para o dia 21


Por Marcello Oliveira

Horas depois do anúncio do  governador Romeu Zema, nesta sexta feira (11) sobre a situação dos servidores da segurança pública, representantes de sindicatos da classe, em greve desde o dia 23 de fevereiro,  se reuniram para definir os próximos passos e decidiram marcar uma nova manifestação na Cidade Administrativa, sede do governo mineiro, para às 09h do dia 21 de março. 

”No próximo dia 21, às 9 horas, na Cidade Administrativa, demonstraremos nossa força e nossa insatisfação com o governo, que insiste em não cumprir sua palavra”, diz a nota emitida pelos grevistas. 

Segundo o comunicado, assinado pelas entidades sindicais da segurança, o movimento busca reajuste salarial e se manterá mobilizado em continuar com a “operação da estrita legalidade”, também conhecida como operação padrão, mantendo o mínimo exigido dos serviços em funcionamento. 


“Não vamos recuar! O anúncio do governador Zema, nesta sexta-feira, nos motivou ainda mais a continuar nossa luta pelo cumprimento do acordo assinado por ele com a classe, pela recomposição das perdas inflacionárias e pela manutenção da paridade e integralidade”, diz outro trecho da nota. 

O governador Romeu Zema confirmou que manteria a proposta de reajuste em 10,6% , mas com mudanças nos benefícios. Além do reajuste retroativo a janeiro, os servidores teriam quanto depósitos anuais para auxílio fardamento, que até o ano passado, correspondia a R$ 1.800 por ano. A proposta foi de que os servidores passassem a receber quatro pagamentos a cada ano, totalizando R$ 8 mil anualmente. 

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